"Se você tem uma missão Deus escreve na vocação"— Luiz Gasparetto

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 25 de outubro de 2014

A Ética do Saber: Do Orgulho à Diligência (SE NINGUÉM NÃO TE ESCOLHEU PARA NADA, É PORQUE NÃO TENS TALENTO ALGUM! )



Crônica

A Ética do Saber: Do Orgulho à Diligência (SE NINGUÉM NÃO TE ESCOLHEU PARA NADA, É PORQUE NÃO TENS TALENTO ALGUM! )

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Aprendi cedo que nem todo ensino nasce da lucidez. Às vezes, ele brota do erro alheio, como lição involuntária. O tolo — figura tão fácil de caricaturar — raramente é apenas soberbo. Com frequência, trata-se de alguém que tropeça em suas próprias limitações sem jamais ter sido apresentado ao chão firme do saber. Sua ignorância, antes de escolha moral, costuma ser herança social. Ainda assim, há momentos em que o orgulho se soma à exclusão, e o medo de reconhecer a própria falta transforma-se em resistência ao aprendizado. É aí que a estagnação deixa de ser apenas tragédia pessoal e se converte em dilema ético.

Nas instituições, ecoa a máxima severa: “de quem sabe mais, mais lhe será cobrado”. Em si, ela convoca à responsabilidade. O problema surge quando essa cobrança ignora os pontos de partida desiguais. Como exigir o mesmo fôlego de quem sempre correu descalço? Quando o acesso ao conhecimento varia conforme o poder aquisitivo, instala-se a pedagogia dos “dois pesos e duas medidas”. A cobrança, então, deixa de ser justiça e passa a funcionar como ritual de exclusão — uma ideologia travestida de mérito.

Educar, afinal, nunca foi subjugar; é encontro. Recordo o antigo provérbio chinês: se dois homens trocam pães, cada um segue com um; se trocam ideias, ambos saem com dois. O verdadeiro mestre não silencia o aprendiz — amplia-o. E o aprendiz, quando acolhido, descobre que pensar não é luxo, mas direito.

Seria ingênuo, contudo, negar a responsabilidade individual. A injustiça estrutural explica muito, mas não absolve tudo. No jogo áspero do reconhecimento social, quem nada cultiva pouco tem a oferecer — não por falha moral, mas porque talento abandonado definha. Aqui se revela a tensão central: exigir diligência sem garantir condições é crueldade; negar o valor do esforço pessoal é condenar à tutela eterna. Como lembra Paulo Freire, ninguém se liberta sozinho — mas ninguém se liberta sem agir.

Talvez a saída esteja menos na exortação e mais na pergunta: que sociedade queremos formar — a que cobra sem oferecer ou a que oferece para poder cobrar com justiça? Ler os livros que formaram nossos heróis não é submissão cultural, mas diálogo com a tradição. E, se essas referências parecem inalcançáveis, talvez o problema não esteja no leitor, e sim nas pontes que jamais foram construídas.

No fim, a diligência verdadeira não é corrida solitária nem privilégio hereditário. É esforço sustentado por condições, desejo alimentado por acesso, mérito acompanhado de justiça. Tornar-se melhor e mais sábio — como diria Montaigne — não deveria ser prêmio de poucos, mas horizonte comum.

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Olá! Como seu professor de Sociologia, fico entusiasmado com este texto. Ele nos permite discutir conceitos centrais da nossa disciplina, como desigualdade de oportunidades, meritocracia, capital cultural e a ética do trabalho. Eu provoco vocês a pensar na tensão entre o esforço individual e as condições sociais que permitem (ou impedem) esse esforço. Aqui estão 5 questões discursivas, simples e diretas, para explorarmos essas ideias:

1. Ignorância como "Herança Social". O texto afirma que a ignorância de alguém, muitas vezes, não é uma "escolha moral", mas uma "herança social". Do ponto de vista sociológico, como as condições de vida e o acesso à cultura influenciam a facilidade ou a dificuldade que um indivíduo tem para aprender?

2. A Crítica aos "Dois Pesos e Duas Medidas". O autor questiona a cobrança por resultados iguais para quem teve "pontos de partida desiguais". Explique por que cobrar o mesmo desempenho de um aluno que teve todos os recursos e de outro que enfrentou precariedades pode ser considerado uma "ideologia travestida de mérito".

3. Educação como Troca e não Subjugação. Utilizando o provérbio chinês citado no texto (a troca de pães vs. a troca de ideias), como podemos diferenciar uma educação autoritária de uma educação emancipadora, que respeita o conhecimento que o aluno já traz consigo?

4. O Dilema entre Estrutura Social e Esforço Individual. O texto diz que "exigir diligência sem garantir condições é crueldade". Como a Sociologia explica que o sucesso de uma pessoa não depende apenas do seu "talento" ou "esforço", mas também das oportunidades que a sociedade oferece (ou nega) a ela?

5. A Função Social do Conhecimento. Ao citar Montaigne e Paulo Freire, o autor sugere que tornar-se sábio e buscar a libertação exige ação. Como o acesso à leitura e aos grandes pensadores ("os livros que formaram nossos heróis") pode servir como uma ferramenta para que o indivíduo deixe de ser "tutelado" e passe a ser protagonista de sua própria história?

Dica do Professor:

Lembrem-se da frase: "Ninguém se liberta sozinho, mas ninguém se liberta sem agir". Na Sociologia, estudamos as estruturas que nos cercam (o "muro"), mas também a nossa capacidade de agir sobre elas (a "marreta"). O talento é como uma planta: precisa da semente (esforço), mas também de terra boa e água (justiça social) para florescer.

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sábado, 18 de outubro de 2014

O Espelho Partido: Entre o Jaleco e a Burocracia ("A primeira fase do saber, é amar os nossos professores." – Erasmo de Rotterdam, teólogo.)



Crônica

O Espelho Partido: Entre o Jaleco e a Burocracia ("A primeira fase do saber, é amar os nossos professores." – Erasmo de Rotterdam, teólogo.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Há um fenômeno intrigante na sala dos professores: o aluno que é silêncio em uma aula e caos em outra. Nessa coreografia de tensões, colega, o que nos fere não é apenas a indisciplina em si, mas a maneira como o sistema nos lança em um jogo perverso de “quem educa melhor”, fragmentando a solidariedade docente. Muitas vezes, o desespero discente — que se manifesta em agressões morais ou denúncias vazias — é o grito de quem foi moldado por uma estrutura que valoriza a nota acima do saber e a disciplina externa acima da ética interior. Ao final, o jaleco branco, símbolo da autoridade intelectual, termina manchado por uma lama que não é dos alunos, mas de uma engrenagem que nos desautoriza.

O sistema educacional padece de uma profunda miopia institucional. Enquanto a Educação trata a “disciplina” como conteúdo formativo, a gestão frequentemente a reduz a mero comportamento dócil. Vive-se, assim, um falso conforto: métodos são sacrificados em nome da manutenção de uma ordem aparente. O professor de Língua Portuguesa, ao constatar o abismo entre ensino e aprendizagem nas redações, encontra-se isolado; se expõe o erro em busca de um caminho comum, é julgado; se silencia, torna-se cúmplice. Como advertia Victor Hugo: "Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha". Nesse cenário, a meritocracia converte-se em ficção, pois não há justiça estrutural que ampare quem atua na linha de frente.

É preciso, com urgência, nomear os responsáveis por esse naufrágio. O problema não é o “diabo” em sala de aula, mas um desígnio sistêmico que se expressa em três frentes principais:

A gestão de fachada, que privilegia o cumprimento de metas burocráticas em detrimento do apoio real diante da violência escolar.

O isolamento docente, no qual a ausência de colaboração entre pares permite que sejamos colocados uns contra os outros.

A instrumentalização do aluno, que aprende precocemente a utilizar o sistema de denúncias para ocultar a lacuna do conhecimento.

Reconstruir o que restou exige mais do que resistência: exige práxis. São necessárias políticas efetivas de saúde mental, uma gestão que compartilhe riscos — e não apenas cobranças — e um currículo que dispense iscas vazias, permitindo que o conhecimento seja desejado por sua própria potência de vida. Goethe estava certo: aprende-se com quem se gosta. Mas, para que o amor retorne à educação, é indispensável que a escola deixe de ser um campo de batalha e volte a ser o espaço onde o humano se reconhece no outro.


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Como seu professor de Sociologia, convido vocês a analisarem este texto que toca em um ponto sensível: a crise de identidade das nossas escolas. O autor nos propõe olhar para além da bagunça em sala de aula e enxergar os problemas de estrutura e gestão que afetam tanto quem ensina quanto quem aprende. Para nossa aula, preparei 5 questões que conectam esse texto aos conceitos de instituições sociais, solidariedade e poder.


1. A Fragmentação da Solidariedade Docente O texto menciona que o sistema coloca professores uns contra os outros em um jogo de "quem educa melhor". Questão: Utilizando o conceito de Solidariedade Orgânica de Émile Durkheim, explique como o isolamento dos professores e a falta de colaboração entre colegas prejudicam o funcionamento da "engrenagem" escolar.

2. Disciplina: Comportamento ou Conhecimento? O autor diferencia a disciplina como "conteúdo formativo" da disciplina como "comportamento dócil". Questão: Quando uma escola foca apenas em manter os alunos quietos (ordem aparente) em vez de focar no aprendizado real, que tipo de cidadão ela está ajudando a formar? Relacione sua resposta à ideia de "gestão de fachada" citada no texto.

3. A Instrumentalização do Aluno. O texto afirma que o aluno aprende a usar "denúncias vazias" para esconder lacunas de aprendizado. Questão: De que forma a troca do esforço pelo saber pelo uso de estratégias de manipulação do sistema reflete uma falha na função social da escola? Por que o autor diz que o aluno é a "primeira vítima" dessa engrenagem?

4. A Crítica à Meritocracia no Sistema Atual. Segundo o texto, a meritocracia na escola atual é uma "ficção" porque não há justiça estrutural para quem está na linha de frente. Questão: Por que não podemos falar em mérito (sucesso por esforço próprio) quando o sistema ignora as dificuldades reais de professores e alunos, priorizando apenas metas burocráticas?

5. Educação como Práxis e Humanização. O encerramento do texto sugere que a escola deve ser um espaço onde "o humano se reconhece no outro". Questão: Baseado na ideia de Educação Libertadora (ou Práxis), como o diálogo e o afeto ("aprende-se com quem se gosta") podem transformar a escola de um "campo de batalha" em um espaço de construção do conhecimento?

Dica do Prof: Ao responder, tente não focar apenas na sua opinião pessoal, mas em como as regras da "engrenagem" (o sistema) influenciam o comportamento das pessoas dentro da escola.

Olá! Boa tarde!.....dizem que é melhor apartar para melhor reinar... pode ser que façam isso para que a discórdia apareça... bom é estar preparado para ela... que cada um se una a seus pares e não deixe que o Mal prevaleça... texto sincero... e dolorido.. ...... e hoje eu também tenho - Posse - ..... Um beijo azul com saudades

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O OSSO DURO DE ROER ("Por mais que o osso esteja duro de Roer... Tem sempre alguém querendo tomar ele de você!— Matheus Carreiro)



Crônica

O OSSO DURO DE ROER ("Por mais que o osso esteja duro de Roer... Tem sempre alguém querendo tomar ele de você!— Matheus Carreiro)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           O sistema educacional brasileiro público, sobretudo em Goiás com seu IDEB  campeão no país, é, na verdade, um defunto. Vamos confirmar isso, agora, depois da pandemias. E o futuro é previsível, imagine um defunto, o qual os seus familiares relutam em enterrar. Apenas embalsamam e usam maquiagem, Apesar do tudo o mais, o mau cheiro já denuncia a deterioração. Todavia, só acreditarei em ressurreição, se os filhos dos professores começarem a estudar nas escolas onde eles lecionam! É difícil achar um professor que rejeitou outras opções, priorizando o magistério, quase todos o são por falta delas. Depois se encontram em um ambiente tão morno, ficando difícil sair do caldeirão da bruxa. Uma vez cozido, vira comida preciosa de políticos! É como já disse Luigi Pirandello: "A educação é inimiga da sabedoria, porque a educação torna necessárias muitas coisas das quais, para sermos sábios, nos deveríamos ver livres."
           Depositei a gota d'água, quando tentei me mostrar zeloso pela língua, então escrevi lá: " Quero votar em um candidato a presidente, pois nunca suportei a palavra "PRESIDENTA". Devem ter me achado machista demais, mas eu de forma alguma defendi a palavra "DENTISTO", só não queria mais transtornos linguísticos.
           Sou um semelhante a muitos outros da educação, eu nunca quis sair do Grupo: "Mobilização dos professores de Goiás" (Facebook). Pelo contrário, sempre pensei que tínhamos algo em comum. Mas, de tanto postar perguntas reflexivas e receber afrontas de professores como respostas, fui, cada vez mais, provocando e provocado, e eles, dessa vez, reagiram radicalmente, banindo-me do seu meio virtual, então não posso postar mais nada e nem comentar nada aos seus 20.000 membros, supus ser meus colegas de profissão, os tais que só pensam em salário, talvez, todos bem intencionados. Lembrando que, nem sempre, colega é amigo, o sistema se fez assim, por dentro e por fora, de perto e de longe. Antigamente, os incomodados se retiravam, porém hoje são os incomodadores retirados. Será se a verdade incomoda os da zona de conforto? Ainda nem sei o que poderia ser confortável ao derredor do cadáver, evitando a hora de sepultamento! Já fede! Então, continuarei procurando uma razão suprema para a frase: "Os iguais se protegem".   
Claudeko Ferreira

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Enviado por Claudeko Ferreira em 18/09/2014
Reeditado em 10/10/2014
Código do texto: T4967171
Classificação de conteúdo: seguro

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sábado, 4 de outubro de 2014

A VULGARIDADE DE UMA SALA DE AULA ("Um pai vale mais do que uma centena de mestres-escola". — George Herbert)



Crônica

A VULGARIDADE DE UMA SALA DE AULA ("Um pai vale mais do que uma centena de mestres-escola". — George Herbert)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Ao adentrar a sala 6, sou recebido por uma sinfonia dissonante de cadeiras arrastadas e burburinho incessante. O ar está denso de expectativas não correspondidas, e eu, como maestro relutante, tento reger este caos.

Respiro fundo, ajusto meus óculos e inicio a aula, minha voz competindo com o ruído ambiente. É como tentar acender um fósforo em meio a um furacão. João, com seu eterno "posso ir ao banheiro?", inicia o desfile de desculpas. Maria chega atrasada, sua mochila arrastando no chão como um troféu de guerra. No fundo, Pedro e Ana cochicham, seus olhos brilhando com a empolgação de quem compartilha segredos universais.

Os astutos sabem bem o jogo que jogam. Esperam que o tumulto inicial me faça adiar o começo da aula, mas não cedo. Começo mesmo assim, ignorando a balbúrdia. Quando percebem o andamento, alguns tentam atrapalhar de forma mais sutil. Carla pede que eu repita a explicação, claro, porque estava ocupada demais com mensagens sob a carteira.

O problema, percebo, está na base que nunca construíram. Cada aula se torna um ciclo infindável de dúvidas e retrocessos. Os poucos responsáveis logo se veem desestimulados pelos colegas que preferem se esconder em desculpas: "Num truce o livro, sinhô!" Como se o peso do material fosse o verdadeiro inimigo da aprendizagem.

Mais intrigantes são os que se fingem de bons alunos. Cobram disciplina, reclamam da bagunça, mas alimentam o vício dos indisciplinados, emprestando cadernos para cópia. Solidariedade ou conivência? Para mim, é a segunda opção. E se ouso corrigir essa injustiça, o rótulo de discriminador recai e homofobia sobre mim.

O verdadeiro golpe, no entanto, vem do sistema. Pressionado por estatísticas, sou coagido a aprovar todos, independentemente do desempenho real. A escola se torna uma fábrica de mediocridade, onde o conhecimento é secundário e as aparências, primordiais.

Mas então, no meio do caos, vejo os olhos atentos de Luísa, absorvendo cada palavra. Ela me lembra por que estou aqui. A aula continua, uma dança entre o desejo de ensinar e a resistência em aprender. Alguns transformam a sala em circo, outros silenciosamente absorvem o conhecimento como esponjas sedentas.

Ao final, exausto mas não derrotado, reflito. A educação é como plantar sementes em solo às vezes árido. Algumas brotarão imediatamente, outras levarão tempo, algumas talvez nunca germinem. Mas continuamos plantando, dia após dia, na esperança de um futuro mais brilhante.

Saio da sala com um sorriso cansado. Amanhã será outro dia, outra chance de fazer a diferença. Porque é isso que nós, professores, fazemos: acreditamos no potencial de cada aluno, mesmo quando eles ainda não conseguem ver.

Nesta sociedade onde a superficialidade reina, a sala de aula me ensina mais sobre as pessoas do que qualquer livro. Entre atalhos e desculpas, questiono: ainda há espaço para o verdadeiro aprendizado? Mas persisto, porque talvez um dia, quando menos esperarmos, aquela semente plantada em meio ao caos finalmente floresça, transformando não apenas uma vida, mas o mundo ao seu redor.

Com base no relato do professor, proponho as seguintes questões para reflexão e discussão:

O texto apresenta um retrato desafiador da sala de aula. Quais os principais obstáculos enfrentados pelo professor no seu dia a dia?

A questão da disciplina é central no relato. Como o professor pode lidar com a falta de disciplina dos alunos, sem comprometer a relação professor-aluno?

O autor menciona a pressão por resultados e a necessidade de aprovar todos os alunos. Quais as consequências dessa prática para a qualidade do ensino e para o aprendizado dos alunos?

O texto destaca a importância da motivação dos alunos. Como o professor pode despertar o interesse dos alunos pelo conteúdo e estimular a aprendizagem autônoma?

A figura do aluno que "se finge de bom" é interessante. Por que alguns alunos adotam esse comportamento e quais as implicações para o ambiente escolar?

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