"O sábio procura a ausência de dor e não o prazer." (Aristóteles)

"O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos." (Voltaire)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 14 de outubro de 2017

EXULTAÇÃO ("O bom humor é a única qualidade divina do homem." — Arthur Schopenhauer)



Crônica

EXULTAÇÃO ("O bom humor é a única qualidade divina do homem." — Arthur Schopenhauer)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Hoje, um sábado, dia do descanso sagrado, propício a algumas atividades prazerosas, mas detesto viajar! Então, vou procurar algo mais proveitoso por aqui mesmo. Quem sabe, vou me enriquecer de cultura, adquirir informações com meus livros e net. É lógico, que não vou deixar de lado os prazeres da carne, as sensações de gozo. Ainda mais quando meu potencial comunicativo se eleva com as tecnologias, e nas redes sociais fortaleço meu carisma. Preciso provar meu êxito através da comunicação e das conversas prazerosas entre amigos. Afinal, são 5000 só no Facebook. Talvez um destes caia das nuvens em meu colo para me fazer feliz.
           É, este dia, sugere-me um fortalecimento emocional, apesar de certa contenção para demonstrar os sentimentos. Ainda estou buscando qualidade para meu cotidiano, lutando pelo que acredito. É uma fase, na qual já estou me sentido mais seguro dos meus desejos. Vejo que na teoria tudo é perfeito, porém na prática, dá defeito. Ainda assim, continuo crendo que o amor vale a vida e que o sexo é essencial!!! "Tudo é puro para os que são puros; mas nada é puro para os impuros e descrentes, pois a mente e a consciência deles estão sujas." (Tito 1:15).
          A esta hora, a lua à luz do dia, olhei-a, estava crescente, e fui coagido a pensar no tempo que faz, sob outros luares, quando me encontrava com aqueles amigos que vivíamos sempre próximos em todas as situações. Precisamos marcar algo para esse final de semana prolongado! Tudo está a nosso favor, conectando nosso coração e favorecendo maior entendimento, a fase é boa. É lua crescente em minha vida para encher a sua!!! Não são só os estudos os beneficiadores das ideias, mas também as convivências.
Kllawdessy Ferreira


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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 03/11/2016

Reeditado em 14/10/2017

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sábado, 7 de outubro de 2017

MORALISTAS GRATUITOS ("O pudor inventou a roupa para que se tenha mais prazer com a nudez." — Carlo Dossi)



Crônica

MORALISTAS GRATUITOS ("O pudor inventou a roupa para que se tenha mais prazer com a nudez." — Carlo Dossi)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Ontem não foi sexta feira treze, porém foi dia de treta! Tive várias indicações de briga ameaçadoras de minha segurança pessoal e afetando também a minha saúde tridimensional. Procurei resolver as incompreensões, mudando de foco e fugindo daquele lugar comum (virtual). Mas, as questões ideológicas de relacionamento que precisavam ser discutidas, não consegui, eu esperava uma confirmação de minhas verdadeiras parcerias para reverter o extremismo de muitos. Todavia, ainda estou respirando!
           Eu gosto de comentar os "post" polêmicos nas redes sociais. Por  isso, sobraram-me os xingamentos dos sem argumentos e como resposta a meus comentários instigantes, sobre Arte verso Pedofilia, recebi esses desafetos. Eu só queria desmascará o falso moralismo dos "sepulcros caiados". Tenho medo de pessoas que se esforçam demais para provar sua suposta inteligência, uma vez, descobrindo-se burras, carregam um ressentimento assassino dos que não se esforçaram tanto para sê-lo. Refiro-me sobretudo à pobreza intelectual dos contrários ao Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) que está realizando o “35º Panorama da Arte Brasileira – 2017“, exposição com curadoria de Luiz Camillo Osorio – diretor do Departamento de Filosofia da PUC-RJ – iniciada no último dia 26 de setembro e com término em 17 de dezembro. Em uma das instalações, os visitantes – incluindo crianças – foram convidados a tocar o coreógrafo Wagner Schwartz, o qual se encontrava nu na instalação. De acordo com o site do MAM, “o coreógrafo apresentava La Bête, performance em que ele se tornava um Bicho de Lygia Clark e podendo ser manipulado pelo público”. https://www.tvsertaodaparaiba.com.br/museu-de-arte-moderna-de-sao-paulo-faz-exposicao-onde-criancas-tocam-homem-nu/ (acessado em 08/10/2017).
            Eu não ia me desgastar dizendo o óbvio a essa corja de homens, evangélicos  e de direita, xingadores. Chamaram-me de analfabeto, velho e pedófilo, só porque encaminhei questionamentos sobre a incoerência dos que querem arte e cultura, usando seu filtro roto para coar mosquitos, deixando passar antas. Esculhambaram moralmente os que tentam inovar (vanguardistas). Se é crime, por que não deixar com a polícia? Então ofereci-lhes minha resposta reflexiva: — Sua sede exagerada em combater a exposição artística, a ponto de me xingarem de velho, uma discriminação imperdoável, e por cima me acusando de pedófilo, revela um pouco do caráter de vocês, comportamento característico de quem está tentando esconder alguma coisa ... Se vocês relerem melhor meus comentários, verão que não estou a favor de pedófilo algum. Estou bem certo de que "Um erro não justifica o outro", apenas reclamo aqui é de pessoas cruéis como vocês em criticar irresponsavelmente os que fazem alguma coisa ousada. Não deviam procurar esconder suas aberrações, forçando os olhares em outra direção. Ou pelo menos, tentando! Atrás de um falso moralismo.
          Outros condenaram a mãe que levou a criança para o espaço cultural. Se analisarmos uma mulher feia desproporcional, e compararmos com outra mulher escultural e linda, qual das duas tem tendência para o tradicionalismo radical? A primeira paga para ver a segunda e disfarça tentando limitá-la COM SUAS REGRAS, enquanto a segunda não se importa com a primeira e esnoba. Cumplicidade natural! Talvez foi isso que passou na mente daquela mãe, ela estava dentro dos padrões de beleza exigido pela mídia não tinha do que se envergonhar, pois estava num espaço público e rodeada de pessoas inteligentes. "Existe postura mais imoral que o falso moralismo?" (Lucivaldo Ferreira). 
            Agora imagine uma criança podendo exercer trabalhos artísticos, isso não configura exploração de menor. Sobretudo não pode frequentar uma exposição artística, onde se vê a nudez adulta, mesmo que sua mãe a leve. E se fosse um ator infantil representando La Bête despido, na mesma performance, os efeitos certamente seriam os mesmos, pois ainda não seria filho de índio. E por que andar nu se as pessoas nascem vestidas (riso)! 
            Não, não estou apoiando crime algum nem de arte eu entendo, muito menos de pedofilia, mas de uma coisa sei, vocês deveriam se preocupar mais com os casos de crianças sendo abusadas em casa, Isso sim é pedofilia. Agora arte pressupõe vida nova. Todavia, é mais fácil e seguro ficar sentado no sofá criticando casos como esse e alimentando a "cortina de fumaça" do que procurar crescer com as transformações do mundo. Por que mesmo os conservadores já não criticam mais o casamento gay? Para mim, redeu uma boa oportunidade de conhecer muitos hipócritas, até ator pornô chamando a exposição de pouca vergonha. ... moralistas gratuitos!

Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 07/10/2017

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sábado, 30 de setembro de 2017

INCÓGNITA ("O risco de uma decisão errada é preferível ao terror da indecisão". — Maimonides)



Crônica

INCÓGNITA ("O risco de uma decisão errada é preferível ao terror da indecisão". — Maimonides)

           Ultimamente, meu humor está instável, devo adiar decisões importantes. E minha intolerância é um obstáculo na relação com as pessoas. Mas, vou me esforçar para cultivar flexibilidade e imparcialidade, ainda que precisarei manter uma postura austera como professor. Vai ser preciso muita paciência para aturar as consequências de meus últimos atos. Não gosto de fantasiar!

           Apesar dessa decisão promissora, estou daquele modelo: esperando que os outros me compreendam e se aproximem. Sim, e vai ser assim porque minha atitude já está decidida. O meu desafio para este final de existência é de me expressar como eu gosto: Quieto em meu canto. Agora se vier alguém, a gente viaja junto!
           Como já disse, vou começar procurando encurtar mais as conversas e já deixei de "xororô e mimimi", apostarei agora firme nas atividades rotineiras da vida e do trabalho, escutarei meus chefes com boa vontade e até falarei bem deles se possível. Estou cuidando do meu humor. E cada dia estarei planejando a superação das dificuldades. Claro que quero com todas as forças que tudo se resolva prontamente. Aí tudo estando sereno e tranquilo e não me preocupando com coisas que ainda não aconteceram, os reservatórios de minhas energias voltarão ao normal.
           Apesar de tudo, gostaria de continuar calmo para ver se tudo vai dar certo. Tenho medo do rigor excessivo, para isso a flexibilidade será minha aliada, mesmo lidando com situações novas que possam me tirar do programado. Nem eu e nem Deus não gostamos de exageros. Queremos uma postura disciplinada. Meu conselho de cabeceira é o da Edna Cobas: "Para conquistar algo na vida requer esforço, motivação, flexibilidade, paciência, dedicação... Não olhem para trás. Sigam em frente e confiante, pois a vitória é sua!" Amém!
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 30/09/2017
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sábado, 23 de setembro de 2017

SOBREVIVÊNCIA ("Ninguém é totalmente excluído." — Rodrigues Letícia)



cRçôNICA

SOBREVIVÊNCIA ("Ninguém é totalmente excluído." — Rodrigues Letícia)

Por Claudeci Ferreira de Andrade* 

            Hoje, temi perder minha segurança pessoal. Tentaram prejudicar a minha saúde física e da alma também. Procurei resolver os problemas, escondendo a cabeça: tipo Ema. Porque as questões de relacionamento que precisavam ser discutidas, não consegui, eu esperava uma confirmação de minhas verdadeiras parcerias  para reverter uma negociação a meu favor. Todavia, ainda estou respirando.

           E enquanto em mim houver vida, estarei lutando para me recuperar do trauma ou de problemas que podem estar associados a minha própria falta de cuidado com meu nome e caráter. "Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre." (William Shakespeare). Pois, estou sentindo um desequilíbrio e sem direção. Não posso perder o contato com minha verdadeira identidade. Continuo trabalhando, e me debatendo para encontrar o caminho certo. Disseram-me os anjos que só tenho de deixar a energia fluir no meu ritmo, abrindo passagem. E vamos nós...e dane-se os aversos. Porém me desespero.
            Não posso fechar os olhos para as pessoas que não se reconhecem como tais, oprimem-me, intimidam-me, ameaçam-me e não sabem que toda ação gera diversas reações.  ...no futuro se encontrarão no mesmo desespero que me encontro agora! E direi: "Quem ajuda o tolo terá de ajudá-lo novamente".
           No visto, estou sozinho e excluído, sinto-me pressionado por resultados e lucros. Talvez devo reformular métodos de trabalho ou reconsiderar prazos até que fiquem dentro do padrão de qualidade esperado. Senão só me resta ser um pouco mais irônico e dizer que o momento é promissor para rever rotina e hábitos, ajudando-me a romper com práticas que estejam deixando meus dias cansativos e pouco produtivos.
             Desse jeito, fazendo o balanço dos acontecimentos, vejo-me na pele de Bob Marley e nas circunstâncias de Elias. A Bíblia nos diz: “Ele ficou com medo.” Será que Elias visualizou a morte terrível que Jezabel planejava para ele? Se ele ficou pensando nisso, não é de admirar que tenha sentido medo. Seja como for, Elias ‘foi embora pela sua alma’ — ele fugiu para salvar a vida. — (1 Reis 18:4; 19:3). No entanto o Bob Marley explicou: "Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer". E assim seja!



Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 23/09/2017

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sábado, 16 de setembro de 2017

PROBLEMAS NA MENTE ("Ninguém fica doido de tanto estudar! É mais fácil ficar doido de tanto ser burro." — André Azevedo da Fonseca)


Crônica

PROBLEMAS NA MENTE ("Ninguém fica doido de tanto estudar! É mais fácil ficar doido de tanto ser burro." — André Azevedo da Fonseca)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

         Hoje, sinto a necessidade de ocupar minha mente com assuntos agradáveis e que elevem a minha autoestima, porque logo cedo, estou sentindo uma angústia e medos infundados. Estou ainda remoendo insucessos ou teorizando acerca de situações mal resolvidas do passado. Então vou me recolher, ou pelo menos diminuir os encargos do dia, pois minhas fragilidades podem somatizar. Talvez esse esforço não resulte em grande coisa, Mas, espero momentos mais adequado à contemplação e análise. De qualquer forma, hoje será um dia ruim para mim. O que eu devo fazer para me livrar de problemas recorrentes em minha vida de uma vez por todas?
           Já me disseram que todo professor tem problemas mentais! Comecei a crer nisso. " "Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes." (Albert Einstein). Se não, como explicar o seguinte comportamento: Eu estava conversando com uma pessoa num lugar tranquilo e a sós, quando ela me pede para falar mais baixo. Eu não estava percebendo que estava gritando invés de dialogar em um tom civilizado. Existem outros Professores que choram na sala em frente dos alunos! Já ouvi nos depoimentos de alguns que não podem ver um aluno uniformizado que têm crise de pânico!

            Bem pudera, o professor estando por muito tempo aguentando aluno, às vezes não fica bem mesmo, ele sofre com alunos violentos e rebeldes, e fica traumatizado, sofre de depressão, síndrome do pânico etc, tente compreender este professor e fazer amizade com ele, veja a história de vida dele, porque ele esta assim? Então, entenderão que muitas vezes, os alunos passam dos limites, e o mestre absolve tudo, tentando ajudar. Além do mais, tem a consciência que é mal remunerado. Tentem ver do outro angulo, pois tive um professor assim, fiz amizade com ele e vi que era uma pessoa muito boa, e amiga, não desvalorize as pessoas, hoje graças a este professor que me incentivou, prestei vestibular, ele me deu uma lição de vida.  Também é doido quem endoidece os outros.  "Como você sabe, os loucos sempre encontram as portas do céu abertas." (Martha Medeiros). Por último, graças a Deus!
         
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 16/09/2017

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sábado, 9 de setembro de 2017

MEU MEDO ("As sereias, porém, possuem uma arma ainda mais terrível do que seu canto: seu silêncio." — Franz Kafka)


Crônica

MEU MEDO ("As sereias, porém, possuem uma arma ainda mais terrível do que seu canto: seu silêncio." — Franz Kafka)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Quando dizem que sou o pior professor da escola, nunca me ofendem. Pelo menos sou professor. Agora será se os que me julgam já foram professor um dia! Sim, transferir-me o seu fracasso ou acusar-me dele, isto já me ofende muito. E nem reconstrói meu espírito, vendo uma coordenadora  tocando alunos para dentro da sala numa rotina cansativa como a da faxineira que limpa a casa para sujar novamente, pois eles não querem contribuir, almejam apenas a atenção que lhes faltam na família e na sociedade. Descobri que muitos da comunidade interna de uma unidade escolar não acreditam no bem de seu trabalho. Acho que é meu caso, talvez por isso agora, estou me sentindo medroso, como quem está fugindo, parece-me que alguma coisa na minha vida não foi resolvida ainda, consciência pesada. Estou pensando cuidadosamente e tentando descobrir que pendência é essa! Quero resolver, e vou fazer desse objetivo um momento de decisão prática e importante. É sempre relevante quando se trata de sobrevivência  e trabalho, é um sinal que devo redobrar a atenção nos detalhes de tudo. Se você quiser dar uma rasteira em mim, este pode ser um bom momento para desatar de vez os laços que porventura estejam abalados, dobrando-me às frustrações e diferenças.
           O medo é a raiz da violência, mas sou covarde demais para praticar a vingança me libertando da perseguição, apesar de ser uma verídica  moeda de troca. Almejo a paz, porém sei que ela só acontecerá com guerra. Por que continuo alimentando este medo, se Anjos não morrem? Aqui fala por mim a Fernanda Gaona: "Eu não sou tão forte quanto eu previa, nem tão fraca quanto eu temia. Não tenho o passo rápido como eu gostaria, nem paraliso como poderia. Aprendi a me equilibrar nos extremos. Se não tenho o direito de escolher todos os acontecimentos, me posiciono de acordo com os fatos."
           Não me favorece a injustiça, pior ainda é me marginalizar, desta maneira, compram minha vingança. Direto ou indiretamente, muitos pagarão. Assim explico: não sou violento, a palavra é minha arma e o silêncio meu consolo.
Kllawdessy Ferreira

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Reeditado em 09/09/2017
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sábado, 2 de setembro de 2017

REVELANDO-ME POKÉMON ("O bem-te-vi é um pássaro que só fala o próprio nome. Ou seja, ele é um pokémon!"— Samara Siqueira)



Crônica

REVELANDO-ME POKÉMON ("O bem-te-vi é um pássaro que só fala o próprio nome. Ou seja, ele é um pokémon!"— Samara Siqueira)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Hoje, eu num domingão com tantas redações de simulado para corrigir, trabalho inventado para me fazer descobrir mais um "Pokémon" dentro de mim que me causa ansiedade e medo. Ainda bem que já o detectei, só não tenho como dominá-lo, faltam-me "bolas". Quem tem uma criança dentro de si tem virtudes, mas no meu interior há Pokémon,  uma fraqueza que tenho de vencer para crescer como pessoa e ter maior autoestima. Não tenho paciência ao lidar com a pessoa "lenta" que sou. Tudo bem, que esse não seja o momento de ser muito autoexigente, mas de perceber suficientemente, aceitando que tudo está sendo aprimorado. Isso não quer dizer que eu tenha que me contentar com pouco, apenas ser mais compreensivo e aberto às renovações. Abaixo ao retrógrado! Não me seja só mais um Pokémon!
            Então, estou escrevendo aqui novamente, compondo esta Crônica Emotiva, porque quero que as pessoas me escutem, e que possam acreditar mais em mim. Levando em conta meus lamentos, não se trata de chamar a atenção ou de querer ser protagonista, pelo contrário, é uma questão de consciência ferida. Falo das coisas que estão me machucando e, por certo, retratando meus erros, consequências das prováveis injustiças cometidas por mim. Acho que minhas ideias sentimentais são importantes, mas parece que você não tem interesse. Eu só não quero me sentir invisível, esquecido, ou chato. Tudo isso, pode refletir na sua ansiedade ou vergonha de compartilhar minhas ideias. De qualquer forma, quero me livrar do sentimento de exclusão do meu público, elevar minha estima, quem sabe, desenvolver novas maneiras de ser ouvido e respeitado por minhas opiniões e convicções. Que minhas aulas sejam mais belas, produtivas e agradáveis! Acima de tudo, eu me preocupo com a saúde: minha e social

           O pecado é contagioso, mas não é uma virtude! Transferimos doenças DE UNS para OS OUTROS, mas não, a saúde! MAUS amigos NOS corrompem; porém, NÓS nunca VAMOS converter em bons amigos os ruins. Esta é uma lei de sabedoria da natureza. O homem se volta para o pecado sem muito esforço, todavia nunca para a virtude, senão com muito força de vontade. Amizade e associação com pessoas más vão ensinar-NOS maus hábitos e manter NOSSA alma aprisionada. NÓS SOMOS o reflexo das COMPANHIAS que ESCOLHEMOS. "Quem segue pelo caminho da justiça encontrará a vida e nunca precisará ter medo da morte." Pv. 12:28 BV)
Kllawdessy Ferreira

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Reeditado em 02/09/2017

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sábado, 26 de agosto de 2017

DESPRESSURIZANDO-ME NO ECLIPSE TOTAL ( "Das nuvens, eu posso cuidar, mas não posso lutar contra um eclipse." — Stephenie Meyer)



Crônica

DESPRESSURIZANDO-ME NO ECLIPSE TOTAL ( "Das nuvens, eu posso cuidar, mas não posso lutar contra um eclipse." — Stephenie Meyer)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Sinto que minha vida se aproxima de um momento especial, acabou a comoção do eclipse total (21/08/2017); cabelinhos cortados na lua nova e muitos elogios! Um momento de encontro comigo mesmo, fora de interposição, não quero fazer sombra em ninguém, que minha luz venha de dentro. O encontro do equilíbrio interior, da harmonia, do sentimento puro e verdadeiro, ilumine o meu derredor! Estou sentindo uma grande energia, uma vibração enorme! Mas, como aproveitar este momento e viver intensamente? Um prazer a muito não vivenciado! Estou até com a folga para avaliar propostas e possibilidades. Por isso, estou me despressurizando dos excessos perturbadores. Do que eu deveria ter cuidado...?
           Vendo-me dizer assim, parece até que estou feliz! Não do jeito de vocês, assistindo ao espetáculo do céu, comendo e bebendo como se fosse uma farra. "Aprendi a procurar a felicidade limitando os desejos, em vez de tentar satisfazê-los."(John Stuart Mill). Por isso, não gosto de comer, de dormir e muito menos de sexo, só para não ter de tomar banho antes e depois! Apenas o necessário para manter incidência de felicidade que já consegui. Pensando nisso: como unicamente o suficiente para viver e me privo do viver para comer; Dormir se parece muito com morrer e não me agrada essa ideia; transar é muito esforço para pouco prazer, o orgasmo de cinco segundos não vale a meia hora de suor; banhar estraga a pele, os óleos naturais nos protegem dos que querem nos "picar". E me defendo com as palavras de Albert Einstein: "Jamais considerei o prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a instintos de grupo". Por que as pessoas comuns se esforçam tanto para mostrar que estão sentido prazer ou desfrutando da vida?

           Eu gostaria de escrever, dizendo que hoje vou curtir mais minhas coisas. Porém li tantas notícias sobre o eclipse do século que não me inspirou mais nada, apenas o que já disse. Acho que aproveitaria melhor o tempo se estivesse fazendo pequenas arrumações, consertando algumas coisas e limpando aquelas gavetas cheia de coisas inúteis que costumo guardar e que só ocupam espaço e fazem-me perder um tempo enorme quando quero procurar algo necessário, como se fosse um dia feriado. Mas, na verdade, na hora do evento, eu estava animado e absolvido no trabalho de lecionar. Quem quiser seguir meu exemplo está na hora! Forte conexão com temas ligados à vida social e cultural me faz meio visionário. Então, vou anotar todas as impressões de hoje para trabalhar com elas durante o resto da vida. E uma delas é Evitar a companhia de gente teimosa e rude.

             Depois disso tudo, espero ter uma boa perspectiva da minha vida a partir deste eclipse solar em Leão. Já que meu signo é Câncer, e meu elemento é água que apaga o fogo, espero que o caminho da penumbra me leve a viajar, a estudar, a ter fé. Que as energias escuras estimulem o meu intelecto e a minha espiritualidade por ser um signo próspero. Normalmente, esses encontros do sol com a lua sugerem um grande fortalecimento interno que me guia em minhas iniciativas: novos temas para novas crônicas. Eu também devo conhecer pessoas para construir um ambiente amigável, pois a rotina caleja. Eu já estou cansado de viver ou de enfrentar esse marasmo que JÁ me incomodam POR MUITO tempo. É HORA DO meu eu interior sentir-se aliviado, sem tanta pressão. Vou ter que defecar isso, e vou fazê-lo em um banheiro público sem porta e sem papel higiênico ESCREVENDO NAS PAREDES COM FEZES. Afinal, em todo caso, lembro-me que não é tudo na minha vida que precisa ser exposto às pessoas. Mas, estou "cagando E ANDANDO" PARA isso! E tenho algumas necessidades que só posso satisfazê-LAS quando estou longe do pudor.
            "Das nuvens, eu posso cuidar, mas não posso lutar contra um eclipse." (Stephenie Meyer - Eclipse).
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 26/08/2017

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sábado, 19 de agosto de 2017

MINHA DECADÊNCIA (Eu sempre fui e sou um erro...e você perigoso!)


Crônica

MINHA DECADÊNCIA (Eu sempre fui e sou um erro...e você perigoso!)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Acabei de confirmar em minha própria pele que a alegria de pobre dura pouco mesmo. Já agora, imediatamente após a um momento de mudança em minha vida, confirmando cumprimento da ordem divina: crescei e multiplicai. Vem a decadência. Pois já estou velho e com os anos de trabalho quase cumpridos: aposentar-me-ei logo. Preciso ficar atento para possíveis calúnias no âmbito profissional e familiar, tomar cuidado com as responsabilidades do trabalho para não ser acusado injustamente de erro, antecipando assim, meu AFASTAMENTO. E por eu estar totalmente desprendido da vaidade, deixarei apenas minha capacidade falar alto. Estou tentando ser menos impulsivo NESTES MOMENTOS FINAIS, pois ainda não sei assumir o controle de minhas emoções. Todo o meu problema é que eu tenho imaginação e carisma para chamar a atenção, vender bem o meu trabalho. Mas, o que importa nesse momento, não é a visibilidade, é o teor da comunicação. Eu sempre fui e sou um erro...e você perigoso! (cacofonia intencional)
             E quando estiver aposentado, podendo evacuar do ambiente escolar, levarei um sentimento de menos-valia em decorrência de frustrações no trabalho. Mas, compreendo que nem sempre é possível ganhar. Só me resta agora descansa das dificuldades superadas. Pois sei que todo esforço aplicado para ampliar minha capacidade intelectual teve e terá bons resultados. O pior de tudo isso é que, a possibilidade da ociosidade me assusta ou a mudança de atividades já faz oscilar meu humor. Sobre tudo, estou esperando demandas mais intensas no estado de terceira idade e na vida social, visto que o amor está em baixa por aqui. Nem sei se minha filha, recém descoberta, ama-me de verdade!
            Porém, eu continuarei mesmo de longe, dizendo que eles estão equivocados sobre o sucesso escolar, tanto os que dirigem como os usuários. A solução não é aprovando aluno de qualquer jeito, apenas se livrarão deles, pois as salas se esvaziarão da mesma forma do que se reprovassem os incompetentes. Qualidade é outra coisa! Pais procuram por colégios militares pela a disciplina, isso representa muito. Quem é burro, o enganador sujeito a pena posterior ou o enganado com a pena antecipada?
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016
Reeditado em 19/08/2017
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sábado, 12 de agosto de 2017

MÁGOAS NÃO PERDOAM (O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica — Friedrich Nietzsche)


Crônica

MÁGOAS NÃO PERDOAM (O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica — Friedrich Nietzsche)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Hoje, sexta feira, avaliei a semana e concluí que a comunicação nas relações de trabalho ficaram suscetíveis à carga emocional forte e que puderam comprometer a eficácia das ações coletivas. Fiquei obcecado em um buraco negro! Ninguém me propôs uma divisão de tarefas, para amenizar meu estresse! E aqui estou, considerando a falta de lazer, então encontro vários motivo para me queixar. Embora, eu prefira compreender como uma possibilidade de transformação, o encontro amoroso, que tentei amadurecer, não deu certo. Não vou me apegar às mágoas, talvez na próxima semana dará certo. Se você cair, eu a levantarei. Coisa difícil não vem de Deus, não está madura!
            De uma coisa tenho certeza: quem faz o momento agradável é a gente! O certo é evitar erros, perdão é ilusão, nunca esquecemos da ofensa ou de nos esquecermos de esquecer a cicatriz! A prontidão do perdão, viabiliza a repetição do erro. Por isso, não se perdoa completamente, nem deve restaurar a confiança! Sim, quando perdoamos, assumimos as consequências pelo outro e damos outra oportunidade para a prática do mesmo ato, dessa vez patrocinado. A pessoa não se dá conta que é um erro se não vi as consequências fazerem arder sua pele. Como diz,  Sally Grazi: "O perdão é um ente obscuro... se perdoa sem completamente perdoar!"
           Depois de um tempo, tentamos lembrar o rosto das pessoas e só vemos a face do seu amor. Se há ódio, tornar-se-á apenas mais ódio. Odiei e fui odiado, tal basta para o meu túmulo. O medo é a raiz da violência, a vingança nos liberta da perseguição, pois é moeda de troca. Paz só com guerra. Anjos não morrem...      

Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 12/08/2017

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Professor nota zero — Por Gilberto Dimenstein


Texto
Professor nota zero
Por Gilberto Dimenstein

Dos 214 mil professores que se submeteram à prova da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, 3.000 tiraram zero: não acertaram uma única questão sobre a matéria que dão ou deveriam dar em sala de aula. Apenas 111, o que é estatisticamente irrelevante, tiraram nota dez. Os números finais ainda não foram tabulados, mas recebo a informação que pelo menos metade dos professores ficaria abaixo de cinco. Essa prova tocou no coração do problema do ensino no Brasil, o resto é detalhe.

Como esperar que um aluno de um professor que tira nota ruim ou mediana possa ter bom desempenho? Impossível. Se fosse para levar a sério a educação, provas desse tipo deveriam ser periódicas em toda a rede (assim como os alunos também são submetidos a provas). Quem não passasse deveria ser afastado para receber um curso de capacitação para tentar se habilitar a voltar para a escola.

A obrigação do poder público é divulgar as listas com as notas para que os pais saibam na mão de quem estão seus filhos. Mas a culpa, vamos reconhecer, não é só do professor. O maior culpado é o poder público que oferece baixos salários e das universidades que não conseguem preparar os docentes. Para completar, os sindicatos preferem proteger a mediocridade e se recusam a apoiar medidas que valorizem o mérito.

O grande desafio brasileiro é atrair os talentos para as escolas públicas --sem isso, seremos sempre uma democracia capenga. Pelo número de professores reprovados na prova, vemos como essa meta está distante.


Gilberto Dimenstein, 60 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u500752.shtml
Kllawdessy Ferreira
Enviado por Kllawdessy Ferreira em 08/08/2017
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sábado, 5 de agosto de 2017

DEBAIXO DA SOMBRA ("Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas."—Antoine de Saint-Exupéry)


Crônica

DEBAIXO DA SOMBRA ("Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas."—Antoine de Saint-Exupéry)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

             Hoje, seria um Sábado para arrumar a casa, nunca me senti tão indisposto, assim com baixa vitalidade. Não tive coragem para comprar nada, envolver-me com mulher, amigos ou familiares. Nem com problemas alheios. Eu estou inadequado para me sentir emocionalmente responsável pelos outros. Não pude me mostrar acolhedor, generoso e cuidadoso com o bem-estar das pessoas que me cercam. Na verdade, estou me debatendo com maus sentimentos, pressentimentos ruins e situações meio tensas, descontando nos outros meus erros! Aí uma amiga virtual me diz que sou bom e experiente, mas, quando saio das sombras já é tarde, e o sol dá câncer.
           Como posso ser diferente, se carrego comigo as cicatrizes de três erros capitais: Escolhi mal meus casamentos, foram dois que só me revelaram que casar não é de Deus; Escolhi mal a religião, porque me deixei levar por pastores enganadores, agora descrente na Bíblia; escolhi mal a profissão, expulso da igreja, concursado na educação, porque não me disseram que a educação separa os homens?
          Porém a pergunta que faço insistentemente, pois algo muito me incomoda atualmente, é esta: Porque um homem faz o outro sofrer?  "Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas." (Antoine de Saint-Exupéry). Mas, eu tenho que suportar muitas larvas e ver poucas borboletas.
           Mesmo assim, devo concordar com as determinações do destino, pois, neste mundo, é muito caro cinco segundos de orgasmo e ninguém reclama.
Kllawdessy Ferreira


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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 05/08/2017
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