"Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida." (Platão)

"A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada." (Epicuro)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 25 de abril de 2015

O QUE REALMENTE VALE A PENA? (Prefiro viver lutando que parar para ser feliz e atrofiar meus talentos.)


Crônica

O QUE REALMENTE VALE A PENA? (Prefiro viver lutando que parar para ser feliz e atrofiar meus talentos.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Eu estava lendo Mario Quintana, e ele me impressionou com essa frase: "A felicidade bestializa, só o sofrimento humaniza as pessoas." Então lhe questionei, dizendo que não precisamos procurar o sofrimento, ele é inerente! Mas, a felicidade se procura sim! Lembrei-me do John Stuart Mill: "Aprendi a procurar a felicidade limitando os desejos, em vez de tentar satisfazê-los." Tudo em nome da humanização! Por isso, não gosto de comer, de dormir, de "foder" e tomar banho! Só o necessário para manter o grau de infelicidade que já consegui. kkkkk Pensando nisso: como apenas para viver e me privo do viver para comer; Dormir se parece muito com morrer e não me agrada essa ideia; "transar" é muito esforço para pouco prazer, o orgasmo de 5 segundos não vale a meia hora de suor; banhar estraga a pele, os óleos naturais nos protegem dos que querem nos picar. E me defendo com as palavras de Albert Einstein: "Jamais considerei o prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a instintos de grupo". Por que as pessoas comuns se esforçam tanto para mostrar que estão sentido prazer ou desfrutando da vida? Fazem de tudo, e há aquele que se senta à porta da rua com uma latinha de cerveja na mão para ser visto por muitos que ele bebe e farreia, é o "lascadão na vida".
             Agora compreendo o filósofo, Luiz Felipe Pondé quando disse em seu texto: "Deus me livre de ser feliz": "A mania da felicidade nos deixa retardado" Preparar-se para o pior é uma forma de antecipar a qualificação para ter prazer depois. Depois de tudo, posso dizer que só o combate nos faz felizes. Uma vitória prenuncia outra luta. querer ser feliz é querer parar de sofrer e sem sofrimento é parar de viver. Visto que prefiro viver lutando que parar para ser feliz e atrofiar meus talentos. Na luta há outra felicidade!
Klawdessy Ferreira

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Enviado por Klawdessy Ferreira em 18/04/2015
Reeditado em 25/04/2015
Código do texto: T5211388
Classificação de conteúdo: moderado

sábado, 18 de abril de 2015

TRABALHO INFANTIL NÃO É SERVENTE? (Qual, de fato, é a atuação da escola como substituta do trabalho, na vida das crianças?)



Crônica

TRABALHO INFANTIL NÃO É SERVENTE? (Qual, de fato, é a atuação da escola como substituta do trabalho, na vida das crianças?)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Os combatentes da exploração do trabalho infantil, um mal a ser erradicado, o fazem com tanta força, parecendo-me que o mundo está se acabando em "trabalho infantil". Então, pondero: não só a criança, mas qualquer pessoa estando submetida a quaisquer atividades prejudiciais ao físico, mental e espiritual deve ser protegida. Não devemos apoiar a escravidão. Porém, como seria o mundo sem o trabalho infantil artístico? De quem é a culpa quando uma criança se torna um marginal, desde cedo na vida? Quando a Bíblia diz que devemos ensinar as crianças no caminho que devem andar e quando forem velhas jamais sairão dele (Pv 22:6); creio, está também implícito no verso citado a ocupação da mente com coisas úteis, pois é necessário, senão mente vazia é oficina do "Capiroto"! Só se aprende a trabalhar, trabalhando; também a boa administração das economias próprias é importante; enfim, o senso de responsabilidade e organização do tempo estão divinamente ligados ao trabalho de quem quer que seja laborioso, independente da idade, vale mais a quem madruga. O trabalho dá significado à vida! Quando nos perguntamos por que existimos? O trabalho nos responde, é para sermos úteis uns aos outros. Todos os homens, com raríssima exceção, que começaram a trabalhar bem cedo na vida, tornaram-se homens de sucesso.
           Qual, de fato, é a atuação da escola no formato de substituta do trabalho, ocupando a vida das crianças, como muitos querem que seja? E quanto vale a polissemia  do Lugar-comum: "Lugar de criança é na escola!" E quando a escola se torna pai e mãe de tempo integral, pretendendo ser o lugar para se aprender a viver? Como assim? Se a socialização ali não é recomendada pelos próprios pais, selecionando os amigos aos seus filhos, formando assim as ditas "panelinhas". Então, não se pode conviver proveitosamente em meio dos que não servem de companhia?
           Um crítico sem conhecimento de causa é apenas um "zoilo". Por isso critico e combato a ociosidade infantil, pois sempre trabalhei, desde meus dez anos de idade e hoje sou professor. Ajudar as mães, pode, são afazeres de casa e não se configura trabalho infantil; mas ajudar o pai na oficina mecânica, não pode, é exploração do trabalho infantil!! Dizem os doutores nas ciências que não conheço. Todavia, nas minhas críticas, há sempre muitas sugestões boas, depende apenas das relações intelectuais feitas por quem as ler. Que pena! São privadas a analfabetos funcionais, os quais não estudaram bem e aos que nunca trabalharam na infância, o sistema está cheio desses. Talvez entendam isto: Para fazer melhorar não interessa o "certo", interessa o que está "errado".  Não sou um professor explorador, apenas me moldei pela maioria, servindo assim aos fracos por motivo de sobrevivência. Cada coisa em seu lugar!
Klawdessy Ferreira

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Enviado por Klawdessy Ferreira em 13/04/2015
Reeditado em 18/04/2015
Código do texto: T5205806
Classificação de conteúdo: seguro