"Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida." (Platão)

"A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada." (Epicuro)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 30 de agosto de 2014

PRENÚNCIO DA MORTE (Sem acreditar em seu perdão, deveria eu morrer em paz?)



Crônica

PRENÚNCIO DA MORTE (Sem acreditar em seu perdão, deveria eu morrer em paz?)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Linda, Vânia Dourado, muito agradecido, minha querida, que bom que lembrou! "Os iguais se protegem". Certamente seja por isto que ninguém mais lembrou de mais este meu aniversário, por que são tão diferentes de mim, 57º, talvez o último, digo isso, pois sempre me preparo para o pior, e tudo que vier será lucro. Mas, nunca me esquecem nas "vaquinhas" para comemorar o aniversário dos outros. São dez reais para lá, cinco para ali e no final do ano, meu dízimo tomou rumo "nobre". kkkk Depois, já, à noite deste dia (sete de julho), para eu não deixar a data em branco, fui abraçar minha ex-esposa, confesso, um pouco receoso, não que isso fosse desprezível, mas porque fui em busca de conforto e, para seu governo, encontrei-o. De quebra, depois deste desabafo, sinto-me também vingado dos que se esquecem de mim! Aqui cabem perfeitamente, em minha boca, as palavras de Charles Bukowski: "Posso viver sem a grande maioria das pessoas. Elas não me completam, esvaziam-me."
           Todavia, eu as compreendo, é que a maioria das pessoas adotam o esquecimento para vingar-se do indesejado: ignoram uns aos outros.  Já dizia sabiamente Alfred de Musset: "Na falta de perdão, abre-te ao esquecimento." Porém devemos priorizar o que disse positivamente, sobre esquecer-se, Benjamim Franklin: "O esquecimento mata as injúrias. A vingança multiplica-as." O lado favorável de tudo isso é que precisamos esquecer para viver. Então vamos nos conciliar no pensar de Machado de Assis sobre este tema: "Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito."
           Não estou chateado, não, também tenho me esquecido de muitos! E nessa circunstância, coloco-me como o personagem, Doutor Lucas falando a Lucrécia, do Romance de Clarice Lispector, A Cidade Sitiada:
"— Não sei qual é a minha culpa mas peço perdão.
— A luz do farol revelou-os tão rapidamente que não se puderam ver. — Peço perdão por não ser uma "estrela" ou "o mar" disse irônico — ou por não ser alguma coisa que se dá, disse corando. Peço perdão por não saber me dar nem a mim mesmo — até agora só me pediram bondade — mas nunca que eu... — para me dar desse modo, eu perderia minha vida se fosse preciso — mas peço de novo perdão, Lucrécia: não sei perder minha vida." (pág. 116).
          Afinal, eu também, peço perdão a mim mesmo: depressão não é doença é sim falta de fé! Se por acaso, eu tiver de morrer com meus 57 anos de idade, aqui fica meu último desejo que não se esqueçam que também me esqueci de vocês. E ainda sem fé, se você insistir que eu acredite em seu perdão, deveria eu morrer em paz?

Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 07/07/2014
Reeditado em 30/08/2014
Código do texto: T4873727
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sábado, 23 de agosto de 2014

RESSURGINDO DOS ESCOMBROS (Fazendo das tripas coração, também funciona!)



Crônica

RESSURGINDO DOS ESCOMBROS (Fazendo das tripas coração, também funciona!)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

             No final de cada semestre, os coordenadores ficam em cima dos professores para fecharem as notas dos alunos e entregarem à secretaria. Precisamos logo de férias! Aí, mora um grande problema: Os professores se apressam, a entregar o fechamento, faltando ainda duas semanas para o último dia letivo do semestre, depois têm que embromar os alunos, dizendo que as atividades de agora em diante vão somar para o outro bimestre. Os alunos também querem férias e não estão nem aí mais com aulas e atividades em classe, é final de semestre. Então, os professores artistas viram milagreiros para segurar o aluno na escola nas últimas semanas letivas de junho. A direção vigia e espreita para o clima correr normal, mas "sem mover uma palha".
           Neste ano, fui impressionado com uma  jogada criativa da professora de educação física, Deyviane Marques, com a qual tenho a honra de trabalhar. Ela criou um campeonato com jogos  diversificados. Como me diverti muito, torcendo pela a equipe que fiquei responsável, uniformizado de verde! Sem que a escola o fornecesse, cada aluno veio com a peça de roupa que tinha em casa, contanto que fosse da cor que formava sua equipe. Observei o material didático da professora, quase nada, só algumas tiras de tecido e cordão! Ela prometeu prêmios para os vencedores, alguns bombons, comprados com as inscrições dos próprios participantes, R$ 1,00 de cada. A maioria dos alunos veio participar destas aulas de superação física e cidadania. Bravos!!!
           O que seria de nós, veteranos na educação, já calejados da mesmice padronizada, sem mais condições para chamar a atenção da comunidade escolar? A educação precisa de uma injeção de sangue novo, mas quem se prontifica a doar o sangue por uma causa coletiva (ou de ninguém)? Todavia, e ainda bem, é o caso da professora "personal trainer" dos carentes, começando assim. Será que daqui a alguns anos, terá ela a mesma disposição para fazer das tripas coração, transformando uma semana de improdutividade em  aulas inesquecíveis ao ar livre com todos os seus alunos?
          O tradicional interclasse de futebol já não reúne as didáticas esperadas, isto promove mais a violência do que saudáveis relações, como não é o caso quando se faz gincanas e com equipes mistas independendo da  séria que os alunos estejam. Assim eles se superam para si mesmos não para classe rival. Eu estava ali, na verdade, torcendo para todo mundo. Prova disso, estou escrevendo esta crônica, torcendo pela professora que ressurgiu dos escombros de um semestre de tudo que cansa: as nossas aulas que a gente não sabe mais ornamentar. O evento foi assim, como o embrião de qualquer semente que sai com força do húmus velho. É claro que colaboramos!
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 24/06/2014
Reeditado em 23/08/2014
Código do texto: T4857284
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sábado, 16 de agosto de 2014

CRIANDO COBRA ("Manda quem pode e obedece quem tem contas a pagar")



Crônica

CRIANDO COBRA ("Manda quem pode e obedece quem tem contas a pagar")

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           O professor não se reconhece em sua própria classe! Vejam, é normal que o professor chegue à sala para a sua primeira aula e se sente à sua mesa para fazer a chamada ou fazer alguns apontamentos iniciais. Mas, desta vez, não tinha cadeira para o professor, não estava no lugar certo. Tomei posse de uma qualquer, que estava fora das filas, para assentar-me, e qual não foi a minha decepcionante surpresa, quando uma aluna, que apareceu do nada, daquelas que não cede o banco para idoso algum, alegando que eles já se sentaram muito, manifestou-se arrogantemente solicitando a cadeira, dizendo ser dela. Então, eu lhe disse que pegasse uma outra, pois tinham muitas sobrando ali, peguei aquela por que estava mais próximo e fora da ordem, porém, ela queria exatamente aquela. Por último, permiti que podia retomá-la,  pois dou minha aula em pé. E ela não satisfeita com minha humildade me ordenou que devolvesse a cadeira no mesmo lugar que a achei. Mas, como? A cadeira estava bloqueando o corredor entre as duas fileira finais!
           À tarde, para completar aquele meu dia de trabalho "promissor", quarta feira, véspera do primeiro jogo do Brasil na copa 2014, à outra escola, cheguei cedo, como sempre, para fazer alguns preparativos para começar bem o turno vespertino. Quando entra, de supetão, a gestora na sala dos professores, bem no início de tudo, e começa uma reunião extraordinária: — vão fechar duas salas! – esbofou-se e, complementando o comunicado da secretaria, continua –  por falta de aluno. Eu não entendi, lembrei-me da notícia que li no portal de notícias - G1: "De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012 e divulgada em setembro de 2013, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais foi estimada em 8,7%, o que corresponde a 13,2 milhões de analfabetos no país." E ainda, estão querendo fechar sala de aula?! E, por que não dividir o lucro das superlotadas com as unidades de poucos alunos?{http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/01/brasil-e-o-8-pais-com-mais-analfabetos-adultos-diz-unesco.html} (acessado em 09/08/2014). 
           Perguntar não ofende: O dinheiro poupado com o fechamento das salas, aqui em nosso caso, com menos de 15 alunos vai ser investido para melhorar os incentivos ao professor?

           Contemplando a tristeza dos professores presentes, com o medo de perder as turmas e ter prejuízo no salário, entristeci-me também. Então a reunião termina com estas palavras: "Pois é, quando eu lhes peço aulas atrativas e com qualidade, vocês me acham chata".

           A culpa é do professor: Se o aluno não aprende, a culpa é do professor; se os pais não vão às reuniões da escola é porque os professores falam mal de seus filhos; se não têm bastantes eventos festivos na unidade escolar é porque os professores não colaboram;  se há brigas na escola, e alunos se machucam, é culpa dos professores que não separaram; se 20% da classe tem nota abaixo da média, não se questiona se aluno está interessado em estudar ou não, é culpa do professor; Se o professor adoecer e precisa faltar às suas aulas, quando voltar, será acusado de transtornador da escola toda, os seus alunos, sem professor na sala, bagunçaram nos corredores o período todo; se o aluno se evade, é contado como índice de reprovação para também responsabilizar o professor; enfim, se a escola fracassa a culpa é do professor.  “O professor é a expressão da escola na qual ele está inserido”. (Thelma Torrecilha). Portanto, ainda, é o professor que ganha menos, ganha somente pelas aulinhas que ministra sem gratificação alguma. É assim que a sociedade nos vê e nos recompensa! As ameaças nos motivam a atender os seus apelos, também, esdrúxulos. Para tanto, voga o lugar comum: "Manda quem pode e obedece quem tem juízo": A Máxima da Educação. Do outro lado, o coordenador pedagógico ainda insiste em perguntar por que o professor tem medo do aluno!!!
Claudeko Ferreira

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Enviado por Claudeko Ferreira em 12/06/2014
Reeditado em 16/08/2014
Código do texto: T4842128
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sábado, 9 de agosto de 2014

A PEDAGOGIA DE DEUS (Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará. (Sócrates))



Crônica

A PEDAGOGIA DE DEUS (Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará. (Sócrates))

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           A pedagogia de Deus fracassou! Jesus, o Mestre dos mestres fez o melhor que pôde, porém só conseguiu provocar a ira de seus alunos, ou melhor, da maioria deles. "Mesmo em sua própria terra e entre seu próprio povo, os judeus, Ele não foi aceito. Só uns poucos O acolheram e receberam. Mas, a todos que O receberam, Ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Tudo o que eles precisavam fazer era confiar nEle como Salvador" (Jo 1: 11,12 BV). Uma prova de que o PPP (Projeto Político Pedagógico) do Céu não deu certo é o fracasso das igrejas da atualidade. O linchamento de Jesus foi feito pela igreja da época, será que ela se redimiu ou a maldade dos seguidores da igreja de agora se potencializou com a totalização da internet?
            Agora, os filhos de lares fracassados (como eram os judeus amparados pelos nazistas) abarrotam o sistema educacional público sucateado, é como se eles estivessem nas câmaras de gás dos campos de concentração na segunda guerra mundial, dando o último suspiro. Eu, personificando um dos judeus carrasco dos outros judeus, agora sirvo como o bode emissário, Azazel, prefigurando Satanás, da mesma forma que muitos ali, de chicote na mão, prontos para punir quem já não dava mais conta de produzir, para o qual era transferido todos os pecados do povo, que se encontravam registrados no livro arquivado no santuário, e o tal animal depositário era desterrado para a terra desolada, onde permanecia em estado de inominável sofrimento até a morte por seus próprios crimes e pelos delitos dos justos pelos quais o seu antítipo é diretamente responsável.  Eu sou um intercessor também fracassado, porque não é só você que pode ser. E como não ser, se sou o antítipo de tudo que não tem significado para os meus discípulos que já não acreditam nesse sistema falido?

           Nada na atual pedagogia nos leva para os reais objetivos  do PPP da vida, assim como antes. Ninguém morre de graça, mas o massacre igualitário ainda está por vir, quando os pecadores descobrirem a ineficácia do linchamento ritualístico do professor, então as vítimas se vingarão dos  atuais imoladores. "Não existe nenhuma expiação pelo sangue derramado, senão o sangue de quem o derramou" (Núm. 35:33). Se assim não for, as pedagogias de novo falharão.

           Deus ensina com fenômenos compreensíveis às pessoas livres, porém, como os homens não sabem lidar com a liberdade, entregam-se à manipulação limitante, isto é, aos vícios para sentir-se no domínio do pequeno espaço que lhes dão. Dou liberdade a meus alunos, e eles se perdem na imensidão das possibilidades. "Pode fazer-se tudo, salvo fazer sofrer os outros: eis a minha moral" (Gustave Flaubert). Então fazem muito barulho nas minhas aulas para não continuar ouvindo minha voz que já está muito rouca, mas, ainda, o suficiente para apontar todas as direções que eu conheço! E eles  não querendo nem mesmo o eco, portanto crucificam-me debaixo de seu próprio nariz, falando mal até de meu forte perfume ativador de ações cerebrais. Não quero ser o limite deles, não tenho o dom de "tropeiro", apenas faço questão de ser mais um convite ao imenso mundo sem porteira. Ou pelo contrário, tem razão a filosofia Branchuísta: "Onde cacete e dinheiro não resolver, é porque foi pouco." Qual dos métodos eles querem?!


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Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 15/05/2014
Reeditado em 09/08/2014
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sábado, 2 de agosto de 2014

MENDIGOS DA GRAÇA E TRANSGRESSORES DA LEI ( O que você acha da justiça que mata um inocente em lugar de um criminoso?)



Crônica

MENDIGOS DA GRAÇA E TRANSGRESSORES DA LEI ( O que você acha da justiça que mata um inocente em lugar de um criminoso?)

Por Claudeci Ferreira de Andrade          

           Aqui, na terra, já não tenho dignidade alguma, e a igreja me ensina que quem vai para o céu vai sem mérito próprio, então não quero ir para lá, vou continuar sem dignidade do mesmo jeito, pois quem vive de graça e misericórdia não possui dignidade. Assim, por isso quero ir para o inferno, pois pelo menos irei para lá por mérito próprio, e estarei eternamente com a consciência limpa de que fiz por merecer algo: justiça confortadora. O bom de uma vida infernal é que não tem mais como piorar significativamente. E o melhor ainda é que não existem ex-demônios para ruminar os fatos de antes da sua conversão. Os gostos se alteraram permanentemente, e a fonte de prazer é outra. Porque, daqui do mundo, onde o trabalho é castigo e o amor é pecado, não dá para pensar num inferno sem prazer! Viver de Graça e por Graça é abusar dos méritos dos outros. A graça é um atalho e todo atalho é uma transgressão e, por conseguinte, quem propõe e procura atalhos não é honesto.
            Conversando com um amigo pastor evangélico, ele me disse que "o homem precisa da graça porque não consegue obedecer a lei". Porém, Jesus provou, como homem, que é possível o homem natural obedecer as leis de Deus, ou vai me dizer que Cristo precisou de graça, atalhos e misericórdia para cumprir sua missão?! Também vai me dizer que Ele fez isso no meu lugar?! Não vamos confundir Sua missão de dar exemplo com a irresponsabilidade de tomá-lo como substituto ou "gambireiro". Se Jesus me substituiu na cruz também me substituiu no Paraíso. Por isso eu não preciso morrer e certamente também não precisarei ir para o céu. Um substituto (Jesus) está lá em meu lugar.
           É muita ingenuidade dos líderes escolares, religiosos e familiares acharem que Deus vai atribuir consequências a quem desobedecer às regras que eles mesmos criaram para continuar legislando em causa própria. A religião contaminou os segmentos da sociedade com uma angústia existencial tremenda, impondo a realidade da morte como consequência do que o homem faz ou deixa de fazer e a posse do paraíso na mesma condição. E ainda chama isso de paz em Cristo, eu o chamo de conturbação pela culpa.
             Estar debaixo da graça é o mesmo que viver dos méritos de Cristo ou de outra divindade qualquer? Será que a tal graça não está rejeitando a própria graça? Sempre achei que a graça fosse intenção da anulação das consequências desconfortáveis já reservadas para os transgressores das leis. E a misericórdia fosse o incentivo para desobedecê-la mais ainda. Então, a verdadeira graça vem depois, seria o resultado, ou pagamento, ou ainda a consequência obvia da correta obediência à lei de Deus.
             Quem vive de graça e misericórdia não tem dignidade!!!! Um Cristo que se deixa abusar, também é abusador. A Lei não admite abusos, e se Deus atribui consequência não tem graça alguma e sim Justiça! Uns arrastam os tolos por medo, outros por culpa, muitos pela ganância e os pregadores da graça por gratidão. A igreja fecha todas as portas e ainda diz que o cristão é livre! Somos livres sim, mas quando obedecemos as leis de Deus. Graça sem o mérito é morta, assim como a fé sem as obras é morta também! O que você acha da justiça que mata um inocente em lugar de um criminoso? Jorge de Lima responde: "Violência... Cultuamos um deus carniceiro que se compraz com sangue, açoitamos, sangramos, imolamos o filho de Deus e o crucificamos. Bebemos seu sangue e comemos sua carne validando a antropofagia." http://www.dm.com.br/texto/176100 (acessado em 02/08/2014).
             Que graça é esta, que custa a vida dos outros para eu me dar bem? É esta a graça que os linchadores conquistam? Certamente!!! 
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 21/04/2014
Reeditado em 02/08/2014
Código do texto: T4777514
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