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MINHAS PÉROLAS

sábado, 25 de fevereiro de 2017

DESAPRENDENDO PARA VIVER (Na esperança de que as adversidades poderão ser bênçãos.)


Crônica

DESAPRENDENDO PARA VIVER (Na esperança de que as adversidades poderão ser bênçãos.) 

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          Será por que o Diego De Moraes não continuou sendo professor no colégio Est. João Carneiro dos Santos? E o Sergio Gomes (Serginho) por onde anda? Como eu me sentia bem ao lado desses fenômenos, só vivendo e aprendendo, ou melhor, hoje, NA AUSÊNCIA, morrendo e aprendendo!!!! Agora vivo como o motorista de um carro novo, trilhando por caminhos que não são estradas, na beirada do rio, de repente bloqueado por grossas e altaneiras árvores que DE MANEIRA ALGUMA me deixam passar. Desço do veículo, olho e vejo que há outro carro atrás de mim, estou sendo mal seguido. AGORA será o meu fim nessa jornada em busca de lugar novo para ser feliz, nem para frente, nem para trás. Pois é, e até nesse momento, quem dera meus sonhos e previsões de que conseguiria grande evolução material e espiritual, só moléstias e decepções me trouxeram os anos e os esforços.
           É difícil largar os vícios, ainda mais quando alguém VICIADO lhe força mudar. NA minha FUTURA trajetória, não saberei o que fazer: Maldita as circunstâncias que me levam a uma APOSENTADORIA!
           Sobretudo, a cada dia é sinal de que algo excepcional vai acontecer NESTA minha vida: Só mais uma reunião forjando problemas falsos. Brechas na didática do professor antigo, QUE PRESERVA o tempo que a educação era respeitada, hoje existem fichas e mais fichas provando a desconfiança de todos que nos cercam, o medo deve impulsionar as ações e não o amor a causa. Eu não vejo outra forma de uma avaliação contínua, sem registrar a produção do aluno. Mas, Para não vistar cadernos, TEREI DE de fazer isto com os olhos fechados. PORQUE O SENTIDO DA VIDA É FECHAR OS OLHOS PARA MORRER! Porém, por que as coordenadoras ainda gostam de vistar os caderninhos de plano de aula do professor, ignorando a evolução tecnológica? Visto que governo paga os dois, um que faz outro cobra: Meritocracia bipolar, todos ganham. E assim a culpa fica sendo sempre do outro, diz a papelada. Ninguém é responsável para conformar-se em crescer sem derrubar os outros. Desse jeito, EU TAMBÉM NÃO consigo me levantar!
           "– O Senhor? – disse incrédulo o prefeito – O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado! Eu pergunto:
– O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
– Isso eu posso responder – disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO (Esse é um fragmento de uma história verídica, e refere-se a um grande industrial chamado… Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.)-Haroldo Wittitz: Editor and Publisher.
          Valentin Tramontina foi mandado embora do trabalho de porteiro do bordel por não saber ler, e o novo dono requintado trocou os "inadequados". Espero que o mês de julho me entenda. Muitos são do signo de Câncer Ou de Leão, sou Câncer. E outros recebem o nome de Julio ou juliana por nascer nas férias escolares. Aquelas robustas árvores impedindo minha passagem podem anunciar o fim de minha jornada, ou a de quem me persegue, mas não quero me aposenta ainda. Ou, POR QUE NÃO? Na esperança de que as adversidades poderão ser bênçãos! Mas, demora...!

Kllawdessy Ferreira


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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 25/02/2017

Reeditado em 25/02/2017

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

OS RUÍDOS DA ESCOLA (Alivia momentaneamente, mas não é capaz de curar ou resolver os problemas.)


Texto

OS RUÍDOS DA ESCOLA (Alivia momentaneamente, mas não é capaz de curar ou resolver os problemas.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Nunca pensei sofrer tamanha perturbação, em época de segurança no trabalho, como tem acontecido na hora da aula. O problema é os que se cobrem com o manto de ajudador e prejudicam muito com SEU motivo aparentemente nobre. Dessa vez, o funcionário da prefeitura aparando a grama do pátio escolar, com seu motor a gasolina rompendo todos os linites confortáveis, ele usava um abafador de ruido nos ouvidos, passeando em frente da porta das salas na hora da aula e não nos deram uma proteção. Não se podia fazer nada, nem ler, nem falar, pois ele estava fazendo o trabalho dele E EXIGINDO RESPEITO.
           Que HARMONIA ADMINISTRATIVA É ESSA, em quanto a prefeitura e a  secretaria de educação se atrapalham? Em outra ocasião recente, Uma colega recebeu indenização por ter o carro danificado com pedras lançadas por aparador de grama no pátio da escola, onde se estacionam os carros dos funcionários e ficam misturados com alunos. Uma grama aparada é bonita, mas não é urgente, podia um pensador com princípios educacionais agendar o trabalho para o Sábado. já presenciei também na hora de minha aula, homens ligando a furadeira com um barulho infernal, fixando os ventiladores, atrapalhando até a quarta sala daquele pavilhão. Então o som de makita e de marteladas  é comum dentro da sala de aula, além do barulho das crianças que gostam da festa.
            A liderança da escola não pode dispensar os alunos nem nesses dias improdutivos. Por isso, enquanto não se pode adiar a poda da grama nem a reforma da instalação elétrica, eu continuo questionando o respeito ao nosso trabalho.  Quem manda não se importa em submeter as crianças e professores àqueles níveis deseducadores de ruído. Uma prova de que a educação não é prioridade de ninguém, é sim palco dos maquiadores de prestigio. Continuo não vendo virtude alguma quando um tem de prejudicar o outro só porque seu trabalho é "mais importante" e "urgente", mais do que uma tarde de aulas.
           Agora já são nove hora da noite e ainda estou com o barulho do tal motor na cabeça, certamente os alunos também, Não é para menos se ficamos um período todo expostos. Mas, o que ensinamos nas aulas não dura tanto tempo assim ecoando na cabeça dos alunos. E deveria...? Pois estes perturbadores também foram alunos, por pouco tempo, diga-se de passagem, mas foram. Todavia, quem se importa com o crescimento e a saúde dos outros? Querem fazer sua parte, mesmo que na maioria das vezes destruindo a contribuição social dos outros. Concorrência até nisso: não é promissora.
           Já que a educação não é prioridade de ninguém, eu sugiro que a gestão dispense os alunos até o aparador de grama barulhento, transgressor dos limites permitidos de decibéis, faça seu trabalho, que muitos consideram mais importante que estudar. Afinal ele é importante mesmo, dando uma boa aparência paliativa no que precisa ser melhorado em todos os aspectos. Alivia momentaneamente, mas não é capaz de curar ou resolver os problemas da Educação. 
         
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 18/02/2017

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

As PRIMEIRAs SEMANAs DE AULA ("A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança".Dalai Lama)


Crônica da vida escolar

As PRIMEIRAs SEMANAs DE AULA ("A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança".Dalai Lama)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Na primeira semana de aula, aparecem alunos de muitos lugares, de muitos perfis porque a escola não seleciona quem entra ou sai, à vista disso enche as salas de gente, muitos deles nem tem plano de ser aluno, estão ali para se mostrar. Na data determinada pelo o calendário escolar, as aulas têm de começar, por isso, funcionam de qualquer jeito, pois o horário de aula não está pronto, chego a lecionar até três aulas de filosofia numa mesma turma na mesma semana. Mas, eu mereço porque sou pontual e assíduo! Porém, muitos desses visitantes dos primeiros dias querem só pegar a autorização da escola para adquirir o vale transporte e carteirinha de estudante, depois saem. Outros vêm fingindo de aluno para vigiar a namorada, até ganhar segurança de que a tal estará em lugar seguro ou só para dizer que ela tem um dono, logo não retornará mais. Outros ainda vão para a sala do terceiro ano, mesmo sabendo que foram reprovados no segundo: vai que cola! Eu já vi alguns alunos que "formaram", e outros que mudaram de escola, mas aparecem nos primeiros dias para matar a saudade dos colegas ou ostentar que foram matriculados no colégio militar ou em um outro particular. Em todas as minha aulas desse período temporão, aplico uma atividade genérica, sabendo que nem posso cobrar aprendizado, ai de mim se aplicar uma avaliação na segunda semana de aula! Por esses motivos, resta-me levar um lápis para acrescentar muitos nomes fantasmas nas listas provisórias de chamada, pois muitos que estão ali, nem foram devidamente matriculados.
           Já na segunda semana de aula,  começa o rodízio, aparecem os espertalhões, que aproveitaram para dormir um pouco mais. São conscientes do mau andamento das atividades escolares nesse início. Então levaram algumas faltas nas folhas improvisadas de chamada, mas nem se intimidaram, elas não os prejudicarão, são poucas de mais e leva um tempo para cadastrar as turmas no sistema informatizado. E isso não será feito até que os professores esquadrinhadores da harmonia mexam com alunos de todas as salas, remanejando-os para separar os conversadores dos conversadores, misturando-os com os "nerds", e alguns professores continuam pedindo as mudanças, mesmo percebendo que a medida não resolve nada. Eu até me dobraria em elogios se as turmas fossem compostas por série e idade. Não por comportamento. Se mudando de lugar mudasse o caráter do aluno, estaria valendo, mas não muda, apenas a fruta podre apodrece as outras. Podre e machucada pelo bullying, diga-se de passagem. 
           No início da terceira semana, quando o horário de aulas já está pronto, mudam-se as normas da modulação porque não podia daquele jeito, reprovou a Secretaria de Educação. Lá vai o diretor remodular todos os professores e então mais uma semana sem horário novamente. Confusão total. A mudança faz parte da estratégia das autoridades da educação, para manter a unidade dependente e apreensiva, "pisando em ovos". Se tem que mudar nunca se especializam em nada, essa é a ideia, a rotatividade não dar tempo para melhorar nada. Aí descobre-se que o quadro de professores não está completo, porém as turmas não podem ser liberadas mais cedo, e o circo pega fogo. Os veteranos se desdobram além do limite.
            Só no segundo mês, a poera vai baixando e uma boa porcentagem dos 200 dias letivos já foi para o ralo. E acho uma boa medida, se a primeira semana de aula, fosse aproveitada para fazer o horário das aulas, alunos providenciarem seus livros e uniforme, e a direção só desse o tiro para largada quando todos estivessem prontos para a competição. Assim a credibilidade aumentava. Infelizmente o que acontece todos os anos é o acobertamento das brechas com aulas não contabilizadas ou validando as infrutíferas, importando mais a quantidade, que tem a ver com a aparência; em detrimento a qualidade, que tem a ver com resultados. O bom seria, só convocasse os atletas para correr quando a pista estivesse pronta. Disse J.F. Leão: "A prática do trabalho em equipe com respeito, lealdade, generosidade, empatia, transparência, são fatores essenciais para uma conduta Ética e vencedora."    
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 11/02/2017

Reeditado em 11/02/2017
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sábado, 4 de fevereiro de 2017

MÁ-LÍNGUA (DI)FAMA (Uns beijam os sapos, eu prefiro enxotá-los...! Não tenho dom de princesa.)


Texto

MÁ-LÍNGUA (DI)FAMA (Uns beijam os sapos, eu prefiro enxotá-los...! Não tenho dom de princesa.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Sapos, HOJE, por razões politicamente corretas, estou a espancá-los, vejam bem: os sapos que eu devia engolir estão sendo vomitados. Eu tenho pedras e paus para eles, vou continuar atacando-os para matar, saltam, camuflam-se no ambiente, rebolam e dão seu jeitinho brasileiro, “deitam e rolam”, contudo já os descobri. Eles pensam que se inchando me amedrontam pelo volume, ao contrário, eles se tornam alvos mais visíveis e mais acessíveis. Mas, continuarei a golpeá-los, tocando-os para bem longe, com palavras duras e verdadeiras. É ASSIM MESMO, eles são MUITO feios e nunca morrer, HÁ SEMPRE alguém PRONTO, criticando-me asquerosamente por minhas ações presentes. AQUI CABEM AS PALAVRAS DE MÁRIO QUINTANA: "Não tenho Vergonha de dizer que estou triste, Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas: Estou triste por que vocês são burros e feios E não morrem nunca..." Quem diz que eu não sei como tirar proveito das oportunidades que a vida me deu? No entanto, espero em Deus PODER reconstruir minhas veredas em  novos caminhos, afinal, cada dia é um novo dia de Ano Novo. E todos os fenômenos da natureza clamam por harmonia, de modo que nenhum dos problemas vai me derrotar, porque eu sou natureza também, e as leis da natureza são infalíveis. E todos aqueles que estão pagando sapo para mim, querendo me prejudicar, serão derrotados, porque a natureza sabe como resolver os seus problemas completamente. Cobras e lagartos tornam os tempos difíceis, deixando-me fisicamente e emocionalmente frágil. Considerando que o lado emocional tende a interferir com o funcionamento adequado do meu corpo, o estrago é duplo. Não é a minha autocrítica suficiente para mim? Uns beijam os sapos, eu prefiro enxotá-los...! Não tenho dom de princesa.

            Há muitas pessoas cordatas, alegres, graciosas, submissas, doces e reverentes. Elas podem nos fazer sentir como um rei em questão de segundos, e a amizade é a felicidade para elas. Elas são quentes, tipo, charmosas e agradáveis. Elas não são nem ásperas nem grosseiras. Por isso devemos rejeitar qualquer companhia que é minimamente crítica, mal-humorada, opinativa ou questionadora. Esse tipo de gente não merece ter amigos, nunca! Eu não mereço essa dor! Preciso de pessoas humanas de verdade! "As palavras de um homem justo ajudam outras pessoas a viver melhor, mas o homem mau só sabe xingar e ofender". (Pv 10:11 BV).
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 04/01/2017

Reeditado em 04/02/2017
Código do texto: T5871561 
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