"Todas as coisas complexas estão condenadas à decadência." (Buda)

"Evoluir não é melhorar. A lagarta jura que a borboleta é a sua decadência." (Fabrício Carpinejar)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 29 de setembro de 2012

SEM CONCURSO, OU EXAME, OU ESCRÚPULO (Minicrônica - 140 caracteres)



Crônica da vida escolar

SEM CONCURSO, OU EXAME, OU ESCRÚPULO (Minicrônica - 140 caracteres)

Por Claudeci Ferreira de Andrade 

         A montanha foi a Maomé;  a universidade, ao Lula; a escola,  ao analfabeto. Deus dá o frio conforme o cobertor. Eu cronista honoris causa. Em nome da contribuição social.
Claudeko
Enviado por Claudeko em 06/05/2012
Reeditado em 28/09/2012
Código do texto: T3652662
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sábado, 22 de setembro de 2012

LIBERDADE DE MAIS PREJUDICA (famílias do Brasil, verdadeiras fabricas de criminosos gratuitos.)



Crônica da vida escolar

LIBERDADE DE MAIS PREJUDICA (famílias do Brasil, verdadeiras fabricas de criminosos gratuitos.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          Com a lei Maria da Penha, Lei da Palmada, Condenação por Abandono Intelectual, e indenização por Abandono Afetivo, casamento gay, escola pública com tudo de graça para todos. Tudo isso faz das famílias brasileiras, sem responsabilidade alguma, verdadeiras fábricas de criminosos gratuitos. Como o estado gostaria de combate a criminalidade infantil? Se Deus criou a família, quem criou os infantis desrespeitadores das leis divinas? Parece que estes itens não têm nada a ver um com o outro, todavia eles corroboram para desbancar as autoridades.
          Mas, eu não sei o que fazer, todas as vezes que entro em uma sala, para começar minha aula,  encontro um aluno folgadamente sentado à mesa do professor. É difícil pedir licença, pois ele não quer sair. É só virar as costas, e tenho que pedir licença de novo. Porém se pergunto a esse tipo de aluno se quer ser professor, ele diz: "Deus me livre!" Ele quer apenas a representação momentânea de poder. Tomo as dores, por ser a escola a responsável para ensinar o equilíbrio, no entanto, cada final do período, estou eu com uma sensação esquisita: feliz por ter rompido mais um etapa, mas não com aquela sensação gostosa do dever cumprido. Entra dia e sai dia e o mundo pior nesse assunto de libertinagem. O que foi feito da consciência do ser humano?
Claudeko
Enviado por Claudeko em 03/05/2012
Reeditado em 22/09/2012
Código do texto: T3647781
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sábado, 15 de setembro de 2012

CONVENIÊNCIA PARCIAL (Proibições infundadas enfraquecem o código de boa conduta escolar.)



Crônica da vida escolar

CONVENIÊNCIA PARCIAL (Proibições infundadas enfraquecem o código de boa conduta escolar.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          Ao ler o pensamento de Barão de Montesquieu: "As leis inúteis debilitam as necessárias", pensei ter entendido o segredo do insucesso da maioria dos gestores escolares eleitos: a conveniência particular gera inconveniência geral!
          Por aqui, não se pode vender iguarias e guloseimas nas dependências da escola pública. Justificam sua CONDUTA, dizendo: — "É lei, veio de cima". E essa proibição desfigurou muitas simpatias, devido tantas denúncias e interferências parciais das instâncias superiores, para coibir quem tentava transgredi-la.
          Mas, por não declararem sua isenção à Receita Federal, as escolas entraram em dívida. Será que a culpa foi da unidade ESCOLAR? Não importa, então, que ela pague! Para isso, já foi formulada uma exceção na lei, dando à escola o direito, dela mesma, vender quaisquer bugigangas para arrancar dinheiro de qualquer lugar. Eu fui obrigado a vender ingressos de "sorvetada", e a estrategia que usei foi do mesmo nível, dei um ponto em português ao aluno que comprasse, para não ter que pagar os ingressos do meu bolso. Também todos os professores estavam vendendo os tais com estrategias mil. Então pode, já que puderam dar nota em troca de frutas para "o café da manhã das mães". Sanar a dívida é o que interessa! Minha maior preocupação aqui não é o vender ou deixar de vender o que quer que seja, mas as leis inúteis do sistema educacional,  homologadas para atender particularidades próprias. Que mal fazia o vender os docinhos na escola que não faz mais mal algum? Meus "Vales-transportes" se atrasaram este mês, será que foram incluídos no "vale-tudo"?
          Outras bobagens acontecem, aliás é difícil descobrir uma norma ESCOLAR que não seja inútil, por serem elas mais transgredidas que obedecidas, no entanto, o sistema vai de vento em popa: paradoxal! Que eficácia tem uma norma cheia de derivações e exceções? Não se pode "subir aula" de forma alguma, o professor não é dois, o aluno ir para casa mais cedo nem pensar. Mas, para pagar aulas de greve pode tudo, qualquer negociação, trabalhos quaisquer, e até aos sábados e feriados, nesse caso, a conveniência parcial impera. Uma lei que pede para ser burlada é inútil. pois não atende a conveniência geral. Se o público alvo não compreendeu o benefício da proibição, não tem disposição para cumpri-la. Alguém já tinha dito que "a BOA lei nasce do meio do povo".
          Uma administração que vive "apagando fogo", como diz o ditado, não cumpre um bom mandato. Os imprevistos são os furos da lei, ou prova de sua inutilidade. Exemplificamos com os fenômenos do tempo, regidos por leis naturais perfeitas, diga-se de passagem. Porém, Lidas por critérios imperfeitos - "subleis" - dos meteorologistas. Se não choveu no dia previsto e da forma prevista, nesse caso, não foi incompetência das leis radicais, mas de quem as leu, ou melhor, das derivadas.
          Uma norma para legislar em causa própria é frágil demais por não atender os interesse da maioria alvo, assim pede para ser quebrada, e a quebra de uma, leva a anarquia de outras. O "manda quem pode e obedece que tem juízo" já era. Quem não tem  juízo ordena o que lhe é conveniente, e o conveniente para a escola quase sempre não o é para a comunidade geral. PROIBIÇÕES INFUNDADAS ENFRAQUECEM O CÓDIGO DE BOA CONDUTA. Indisciplina é falta de rumo e improdutividade, não basta apenas estar no caminho certo, tem que rumar da maneira certa para o lado certo!!!
Claudeko
Enviado por Claudeko em 29/04/2012
Reeditado em 14/09/2012
Código do texto: T3639409
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sábado, 8 de setembro de 2012

FAZER AMOR, TÃO POBRE AMOR! (Eufemismo para "sexo" .)



Crônica

FAZER AMOR, TÃO POBRE AMOR! (Eufemismo para "sexo" .)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           A expressão " fazer amor" como eufemismo para "sexo" é um indicador da hipocrisia que enfeita a falsa moralidade social. As feministas dizem que as mulheres fazem amor e os homens, sexo. Depois, dizem que, em questão de amor, ninguém manda em seu próprio coração. Então que "porra" é essa que elas fazem sem querer? Ou Que sentimento é esse que vende os impulsos sexuais? Depois se banha como quem come e escova os dentes e faz de conta que nada aconteceu: é trabalho!
          Eu como cliente, que diabo eu quero com "amor" se o dinheiro pode comprar tudo que o amor pode me dar, sem a prisão social, ou melhor, sem a exigência de que eu prometa fidelidade até a morte. Então, "fazer amor" é uma fantasia absurda do puritanismo, os ricos compram pronto todos os seus atributos. "Amor (verdadeiro) só dura em liberdade"
          É, esse amor imposto é "tão pobre amor", como disse o Filósofo Raul Seixas, na canção:"A Maçã". Não o quero para mim. A maior perversidade sexual é o esforço para manter a aparência de quem não usa dele frequentemente para conseguir as coisas que precisa. Chamem-no do que quiser, todos são passivos da motivação: "crescei e multiplicai", mas que dê prazer. O que seria a intensão de multiplicar se não fosse a intensão do orgasmo? Fazer amor ou sexo termina sendo a mesma coisa quando apenas se visa o lucro? "Passei a ocupar meus dias pensando sobre o que, afinal, é isso que todo mundo enche a boca pra chamar de amor" (Martha Medeiros). 
Claudeko
Enviado por Claudeko em 29/04/2012
Reeditado em 08/09/2012
Código do texto: T3639363
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sábado, 1 de setembro de 2012

QUEM ELES PENSAM QUE SÃO? (Eu só acredito em quem me ama)



Crônica da Vida Escolar

QUEM ELES PENSAM QUE SÃO? (Eu só acredito em quem me ama)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Um homem não respeita o outro mais do que respeita os seus próprios pais. Assim seria ousadia demais, eu querer respeito de meus alunos, se eles não experimentam isso em sua família. Eles não me deixam cumprir meu dever para com eles, por tanto, que se cumpra o desejo deles. Não sou um desrespeitador eficaz, apenas sou uma vítima eficaz! Pois descobri que a atitude respeitosa brota de dentro para fora, não é imposta de fora para dentro.  Eu sofro menos ouvindo desacatos deles que vendo meu contrato pedagógico ser pisoteado (uma coisa leva à outra). O contrato que vale é a imposição deles.

          Hoje os professores precisam se especializar em refutar objeções de alunos farristas. Pois, na aula toda, o mestre se debruça em controlar a sala para ter o ouvinte a quem precisa aplicar o conteúdo técnico do currículo do curso. Porém, os alunos descompromissados se limitam em reclamar de tudo, apelar pelo caminho mais fácil. E não sei porque eles não valorizam o governo que lhes dar tudo de graça!!!

          Se a benção do meu ensinar repousa sobre aqueles que merecem a prosperidade, por visualizar o caminho certo; minha maldição do não ensinar castiga os que cavaram para si as consequências por serem o estorvo que foram em minha vida, e na vida dos que me motivavam ao bem.
          Meu recado poético aos meus desrespeitadores:
"Aprende hoje com o silêncio,
que gritar não traz respeito,
que ouvir ainda é melhor que muito falar,
e em respeito a você, eu me calo,"
Claudeko
Enviado por Claudeko em 19/04/2012
Reeditado em 01/09/2012
Código do texto: T3622298
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