"Todas as coisas complexas estão condenadas à decadência." (Buda)

"Evoluir não é melhorar. A lagarta jura que a borboleta é a sua decadência." (Fabrício Carpinejar)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 27 de julho de 2013

A DISCRIMINAÇÃO DESCRIMINÁVEL (EU DISCRIMINO POR RESPEITAR AS DIFERENÇAS)



Crônica

A DISCRIMINAÇÃO DESCRIMINÁVEL (EU DISCRIMINO POR RESPEITAR AS DIFERENÇAS)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          O fumódromo é um lugar criado para o fumante buscar a felicidade. Uma expressão nova de respeito ao fumante, não ao Meio Ambiente. Quando eles fumavam em qualquer lugar, a fétida conivência com o viciado fala mais de egoísmo do que de solidariedade! Mas, ainda se encontram fumaçando em todos os lugares! Aclamo, então, que discriminemos o fumante para que respeite nosso direito de viver saudavelmente e não prejudiquemos o Meio Ambiente. Eu sou natureza também.
           "A democracia nos dá o direito de ser diferente" e os anti-discriminadores querem nos misturar. "Toda generalização é burra". Que se fortaleçam as minorias distintamente saudáveis. Porém, não sou conservador deste jeito, pois já dizia Franklin D. Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas pernas perfeitamente boas que, no entanto, nunca aprendeu a andar para a frente."

          Se lhe digo coisas estranhas é porque estou trinta anos à sua frente! São verdades por vir!!! Trago-lhe mentiras que o futuro consagrará verdades. Apenas estou incoerente para atualidade, discriminem-me agora, por discriminar, respeitando as diferenças, e o futuro nos misturará no seio da terra. Pois o comum nos faz imundos. Era assim que tachavam leprosos, prostitutas e gays. O exemplo de Suely pode nos ajudar a entender o que é discriminar o descriminável. Suely uma prostituta circunstancial que volta para IGUATU-CE (IGUAL A TU), sua cidade natal. Será que esse nome não se torna bastante sugestivo para a reflexão, pela a sua ambiguidade fonológica?

          O principal espaço da personagem, que deveria ser o céu, tornou-se o inferno dela. Ser o inferno de alguém não é de Deus!!! Ou ainda, que tipo de Suely somos nós! Antes de responder essa gratuita pergunta, assista ao filme: O Céu de Suely.(2006) de Karim Aïnouz com Hermila Guedes, Zezita Matos. http://www.youtube.com/watch?v=O7Rl5y7dOcQ&feature=related (acessado em 27/07/2013).

          Estão vamos delinear bem os dois tipos de discriminação: a que isola a minoria prejudicial para desprivilegiá-la e a que considera os destintos na composição da diversidade, importantes para o todo, privilegiando todos nós, minorias saudáveis.
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 08/02/2013
Reeditado em 27/07/2013
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sábado, 20 de julho de 2013

Os Homens Não Perdoam a Deus! (Um Deus que deixou a possibilidade ao homossexualismo não deve estar triste com a expansão de sua obra.)


Crônica

Os Homens Não Perdoam a Deus! (Um Deus que deixou a possibilidade ao homossexualismo não deve estar triste com a expansão de sua obra.)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          Todo mundo é gay, embora a igreja não aceite, mas somos enquadrados em uma ou mais das categorias dos homossexuais genéricos. Como assim: uns são autogays, os que se relacionam consigo mesmos numa masturbação frequente (sexo solitário); outros são gays por tabela, se relacionado com a mulher do próximo, mesmo antes que ela se lavasse, compartilham das secreções do macho dela (adultério); uns poucos são gays paradoxais, aqueles que resistem a ideia no íntimo, mas às claras, são coniventes por medo de represália (modistas); outros tantos temem ser acusados ou condenados por homofóbicos (enrustidos); por último, os conscientemente assumidos, visivelmente cheios de traquejos, alvos dos discriminadores que coam mosquitos e comem elefantes (sodomia explícita). Um mundo de homossexuais lutando com sua sina, dada por Deus.
          Se um homem mal-educado nutricionalmente, contrair uma anemia, causando muitos danos a muitas células do seu corpo, quem deve pedir perdão a quem? O ser ou as células do ser danificadas? Portanto, em uma catástrofe natural, Deus tem que pedir perdão ao homem! Um Deus que não evita pecado, peca! Um Deus que deixou a possibilidade ao homossexualismo não deve estar triste com a expansão de sua obra.

          Pior ainda é conceituar a Deus: trabalho dos evangélicos. Receba o Deus "encaixotado" da igreja e se iluda, julgando-se melhor que a homogeneidade.

          Mas, se por última hipótese, não nos encaixamos em nenhuma das categorias acima, então com essa pressão das ABGLT e o poder midiático, todo mundo vai virar gay, quando não, pelo menos conivente, em pouco tempo, tanto quanto os tribunais deem causa perdida aos homofóbicos. "A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) denuncia material didático com conteúdo homofóbico no Colégio Farias Brito, de Fortaleza." http://paroutudo.com/2013/03/07/abglt-denuncia-homofobia-em-livros-didaticos/ (acessado em 20/07/2013). Vejamos o resultado dessa causa, no mínimo vão mudar o livro didático, para confirmar o que estou dizendo.
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 01/02/2013
Reeditado em 20/07/2013
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quinta-feira, 18 de julho de 2013

O INÚTIL FRESCOR DA NATUREZA (A discriminação anula o idoso, enrugado, adoentado e desbotado.)


Crônica

O INÚTIL FRESCOR DA NATUREZA (A discriminação anula o idoso, enrugado, adoentado e desbotado.)

por Claudeci Ferreira de Andrade


         Eu almoçava do outro lado da rua, o lado de cá, na varanda de um restaurante simples, comia pedaços de mamão para sobremesa, assistindo à movimentação do povo dentro do terminal de ônibus na Praça da Bíblia — dias depois disso, o restaurante entrou em reforma, eita, Goiânia que se renova rapidamente! Nada me chamou tanto a atenção, naquele momento, do que um mamoeiro no lado direito,  bem no cantinho da cerca, e por sinal, do lado de dentro. Tentei fazer uma relação com o sabor que estava sentindo, vendo seus mirrados frutos de um amarelo fosco, mas senti dificuldade. Aquela planta, deve ter nascido sozinha, ninguém a plantou e nem a regou, pois está tão abandonada, seu caule é preto da fuligem dos escapamentos dos carros.
           Seus frutos apodrecem ali, grudados como se estranhassem o chão. Quem tem a coragem de consumi-los? Nem um menino traquino passa por ali, para derrubar os mamões! São feios e tronchos. Vivendo de atrevido, magricelo e desalinhado procura chamar os olhares, com seus mais ou menos quatro metros de altura, porém não consegue concorrer com mais nada, aliás, por ironia, com o poste da rede elétrica, inerte, igualmente sem vida, do seu lado, porém cheio de energia, ou melhor, ironicamente suporte sem vida de energia!  Uma vantagem do mamoeiro é que ninguém se importa com ele, não vale a pena cortá-lo, pois não incomoda, nem visualmente e nem espacialmente, está camuflado com as cores bufentas  da cidade. Ah, a cidade grande é agitada, só pensa em ganhar dinheiro. Nem os pombos têm tempo ou interesse para se abrigarem nele, as folhas são tão pequenas e murchas que se parece de outra família.
          Qual papel desempenha este elemento da natureza? Eu duvido que aquele mamoeiro sirva para alguma coisa antes de sua morte! Quando a Bíblia diz que inútil é o indivíduo que faz só a sua obrigação (Lc 17:10) e depois, decreta um fim para os inúteis, que é no inferno (Mt25:30), pensei nas injustiças praticadas a homens e plantas. Então, entendi que o inferno daquele mamoeiro é o meu inferno: o abandono. Não nos deixam ser úteis. Nem para incomodar prestamos mais. Como ousaremos fazer, pelo menos, a nossa obrigação e ser taxado de inútil? A discriminação anula o idoso, enrugado, adoentado e desbotado. Eu quero ser forte e não posso! O espírito tem vigor, entretanto o corpo físico não ajuda. Somos dos mesmos elementos químicos do belo. Nos alimentamos do belo. Vivemos no meio do belo e ainda sabemos apreciar o belo, mas, exatamente por isso, somos feios. E quanto mais nos medimos e nos comparamos, mais misturados desaparecemos, como o branco do leite bebe todas as propriedades da água barrenta. Afinal, os iguais é que se atraem. (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=44377&op=all )
          Por que não seguirmos o conselho papal apud Artur 
Laranjeira, DM-OP, 26/07/2013: "Em sua viagem de vinda ao Brasil, o papa Francisco nos ensinou (disse) que 'Um povo só tem futuro se considerar igualmente os dois extremos da vida: os jovens que têm a força e os idosos que possuem a sabedoria da vida, da história, da pátria e da família'. Penso que fazem uma injustiça com os velhos quando os deixam de lado".
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 17/07/2013
Reeditado em 18/07/2013
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sábado, 13 de julho de 2013

CACHORRADA LITERAL (É difícil cuidar da própria saúde, e alguém ousa cuidar do planeta!


Crônica

CACHORRADA LITERAL (É difícil cuidar da própria saúde, e alguém ousa cuidar do planeta!

por Claudeci Ferreira de Andrade

          Plantaram grama em cima da tubulação da Petrobrás, e acimentaram as laterais do canteiro, bem no meio da avenida Dom Emanuel em Senador Canedo. Numa extensão de 1,3 km. É ali, que todas as tardes, uma multidão de pessoas adeptas da caminhada se cruzam para lá e para cá. Lembro-me quando podíamos correr por ali livremente sem precisar barroar em ninguém. Porém, foi algum tempo atrás quando não era caminho para o supermercado Bretas. Agora, está meio inviável. Além de aumentar o número de transeuntes fomentadores das práticas saudáveis, ainda têm os passeadores com cachorro, que nunca os vi carregando pazinhas e nem conduzindo o animal amordaçado!
          Há algo de positivo, sim, nessa mistura com os animais na educação física, até porque, às vezes, eles nos fazem correr melhor. Outro dia, tive que dar um tiro de 100 metros rasos, forçado por um vira-lata que me ameaçava morder. O perigo aconteceu da pior forma possível quando escorreguei nas fezes de um cão grande e cai machucando-me. Sem falar das vezes que embaraço-me pelas pernas com a corda de alguém que não sabe puxar o bicho.
          Para evitar maiores transtornos, é melhor desviar-se deles, mesmos que lhes custe quebrar o ritmo do trote, sair da pista para a rodovia, garantido a segurança de um lado e se arriscando ser atropelado do outro. Elogiar o dono arrastado pelo cão: Corajoso!. Tudo em nome da obediência aos conselhos dos médicos "veterinários".
          Alguém bem intencionado instalou alguns aparelhos de ginástica, ali no início da pista, foi ótima a ideia. O deselegante é a fila esfarinhada e discreta dos que estão de olho, querem usar o equipamento e não podem, porque há sempre uma família inteira sentada nas peças tranquilamente como se fosse seu camarote para contemplar a heterogeneidade dos "atletas" e a variedade de trajados de esportista.
          Frequentar uma academia fechada não me agrada pagar. Sempre preferi me exercitar ao ar livre; sim, esta é uma maneira otimista de ver a vida, mas os carros e caminhões que passam aos montes, de um lado e do outro, anuviam nossa pista, borrifando monóxido de carbono como se joga veneno em muriçoca. Quem sabe, o condicionamento adquirido ali sirva também para amenizar os maiores prejuízos respiratórios.
          Talvez a firma que fez o calçadão não o fez para pista de atletismo, mas a população canedense já a consagrou. Quem sabe, ela junto ao governo municipal fizessem algumas adequações com essa finalidade, ao invés de gastarem muito dinheiro público com as tais academias populares. Sugiro até que desviem o trânsito dos carros pela direita e pela esquerda para não seccionar essa extensão e termos mais segurança. É difícil cuidar da saúde, e alguém ousa cuidar do planeta!
            Os Cães comem o caráter de seu dono,se vi um pela rua, desvie-se dele,pode ser tredo,pois é assim que vivem hoje as pessoas.
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 23/01/2013
Reeditado em 13/07/2013
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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Panorama sobre a leitura no Brasil


11/07/2013 às 23h06

Panorama sobre a leitura no Brasil

DIÁRIO DA MANHÃ
ROSA P. BARBOSA
Enquanto que em outros países a leitura é vista como parte indispensável e fundamental na educação do indivíduo, no Brasil poucos pesquisadores dispuseram a refletir sobre o assunto.
Nos Estados Unidos por exemplo ; foram publicadas 1.588 pesquisas na área da leitura no período 1975-1977. Esta quantidade está vinculada por apenas uma única revista especializada.
O panorama da pesquisa sobre leitura no Brasil, feita por Aparecida Joly Gouveia, consta nada mais que 50 pesquisas sobre leitura, sendo assim a leitura do aluno brasileiro está em escassez, merece um aplauso ...
Os alunos universitários onde estão suas propostas referente as pesquisas bibliográficas e os textos argumentados, não existem nem um inquérito importante do estudante leitor ou dos livros aos mesmo apresentados. É comum relatar que a produção e circulação de livros no Brasil é regida por padrões de modismo e não pelo valor de seus saberes. ‘’ Smith 
É essencial que saibamos mais sobre os fatores envolvidos na leitura eficiente, os interesses e preferências dos alunos – leitores numa sociedade em constante mudança, os efeitos da leitura em diferentes segmentos da população, os procedimentos apropriados para o ensino da leitura, as necessidades da leitura na população urbana ( ... ) a lesta poderia interminavelmente ( ... ) os estudos não precisam se originar do próprio investigados. As escolas estão freqüentemente identificando os seus próprios problemas, poucas pesquisam a solução para esses problemas.
Provavelmente os destinatários ; pesquisadores e professores americanos de 1968 fazem esse alerta.
Acredito que serve para o contexto educacional brasileiro do presente.
Limitação de alfabetização restrita. O que da para perceber que o mesmo não passou de uma alfabetização mecanicamente passiva, inconsequentemente na primeira série, primeiro grau e só. Possivelmente venha a ser hoje o chamado ensino fundamental. Exemplo:  segundo ano e terceiro ano, assim sucessivamente ... ( Rosa P. 2012 )
As pesquisas voltadas ao sistema educacional brasileiro, são problemáticas, ou seja, está a desejar, existem escassez pois não temos leitores suficientes, o que dá para perceber é que são poucas as pessoas que adquirem o ato de ler, possível falta de divulgação até mesmo na mídia, é óbvio, são leitores superficiais ônticos.
Diante desse contexto vê se que a escassez da leitura brasileira é suposto e ao mesmo tempo questionado como um enigma, onde não temos pistas, dados no panorama sobre a leitura no Brasil, muito menos resoluções estruturais concretas para soluções. – O que é paradoxal devido a própria escassez abrangente em todo sistema que atravessa o Brasil a fora ... O que da pra entender  talvez possa também haver uma regressão na área da leitura de dominação social ? 
Diante desse estudo bibliográfico gostaria de apresentar aos leitores, a escassez explícita de leitura na prova de uma faculdade particular, na qual solicitou o educando a descrever uma redação onde cujo tema era : Qual a importância do Vale da Paraíba.
A inquietação do aluno acredito que foi assustador pois vem acompanhando o mesmo  ao longo do processo pede a resposta. A resposta gera a reflexão. 
O que dar para perceber que no Brasil infelizmente os grandes índices de pessoas que não conseguem concluir o ensino médio, na maioria das vezes é devido ao trabalho; pois as mesmas necessitam do trabalho para os sustentos da família...
É preciso mencionar que há casos concretos que os educandos desistam da escola, por motivo sérios que merecem se analisados e investigados pelos profissionais da educação, pois segundos os mesmos a escola de hoje torna-se sem significados e opressora estes alunos sentem marginalizados diante dos signos; sendo assim o individuo sofre transformações, pois a história de vida não está ligada com o ensino da escola. Ou seja, com sua cultura o mesmo não está constituído no aprendizado cultural. Compreendo que a escola deveria apropria da experiência histórica do aluno para introduzir os diversos saberes, principalmente a leitura para que o mesmos possa continuar no ensino formal, ou seja, ampliar seus conhecimentos e pensamentos cognitivos, pois o mesmos estão interligados com sua cultura, até no dia-a-dia que certamente o aluno irá usá-la na sociedade globalizada, para lutar e sobreviver por dias melhores... onde vivemos.
Desta forma, o ser despertará por um interesse de um ensino de qualidade, ou seja, para os menos favorecidos que mais sofrem devido ao processo do aprender na escola do Século XXI...
É por isso que pretendo abordar a seguinte questão: até que ponto é importante o professor levar a cultura e facilitação do aprendizado, quais os principais recursos do que o mesmo dispõe para evitarmos a manifestação galopante, incentivada pelos meios de massa, preparando nossas crianças desde a “Educação infantil para desenvolverem e aprenderem com a leitura e ao mesmo levantam-se com a tentativa de solucionarmos o problema da invasão de leitura e escrita e dos trabalhadores que abandonam a escola.
Em relação do panorama da leitura e escrita consiste no seguinte o resgate urgentemente de conhecimento dos valores culturais, pois nascemos enraizados com a linguagem cultural por esse breve histórico poderá deduzir que desde o ingresso da criança na escola o mesmos aprende com o processo saber histórico cultural, pois já conhecem o litramento é preciso de orientações didáticas com as finalidades de subsidiar o “aprender” sendo assim a facilitação do planejamento pedagógica irá influenciar neste aprendizado pois o aluno irá abordarem certamente intervir na problemática da escassez da leitura o mesmo irá buscar a importância do ato da leitura que poderá satisfazerem a curiosidades e indagações de um ensino na formação cultural visando inclusive na renovação da própria cultura. Ressaltando que a cultura é também “arte”, pois arte sem leitura torna-se uma obra morta, a relação entre ensino e aprendizado é um fenômeno complexo, pois diversos fatores de ordem social, econômico interferem na dinâmica na sala de aula, isto porque a escola não é uma instituição independente, está inserida na trama do tecido social. Desse modo podemos perceber que certamente a leitura dos brasileiros ainda parece ser bem complexos em relação aos demais pais que resolveram “investir” em leitores pesquisadores públicos alvos mirins e infanto juvenil e adulto...
Na concretização deste artigo serve para o professor integra o educando na sociedade, objetivo é demonstrar a esses sujeitos mesmo que não tendo um conhecimento amplo são capazes de construir saberes por meio da leitura na sua vida, ou seja, na sociedade, pois os mesmos são merecedores de respeito, porque são seres sociais e históricos que constroem seu saber no dia-a-dia mediante o processo da leitura para sua sobrevivência nesta sociedade competitiva onde a disputa é diversa verce os preparados cujo papel da empresa privada, pois dinheiro compra qualquer coisa até mesmos a boa educação. Ou seja, de qualidade... “Não sendo assim fingimos que ensinamos vocês fingem que aprenderam”

(Rosa P. Barbosa, pedagoga, pós- graduada em Neuropedagogia, cursando Direito na FacLions)
http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20130712&p=22

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O ensino além do quadro-negro


09/07/2013 às 21h09

O ensino além do quadro-negro

DIÁRIO DA MANHÃ
VANDERLAN DOMINGOS DE SOUZA

Tempos idos o processo de aprendizado era de certo modo arcaico. Sou do tempo em que estava sendo aposentada a palmatória, uma espécie de colher de pau que tinha uns furinhos na ponta. Mas, de qualquer forma os professores continuaram rígidos e por simples deslize, o aluno ficava de castigo e dependendo da “arte” era suspenso ou expulso da escola. Essa rigidez nunca me afetou, pois sempre fui um aluno comportado e prestava bastante atenção às aulas. O saudoso professor padre Otávio, de quem carrego boas lembranças, não usava a palmatória, mas, um sininho que ficava em cima de sua mesa. Coitado do aluno indisciplinado! Quando menos esperava aquela peça barulhenta era recebida pela cabeça ou lombo do aluno, doía e não adiantava resmungar. O padre usava essa ferramenta dentro da sala de aula e quando desfilávamos no pátio, uma varinha verde, e o aluno que desobedecia a marcha, recebia uma varada nas pernas e esta doía muito mais!
Naquele tempo, na sala de aula, em muitos casos, saia-se da palmatória para o vácuo total de autoridade. O modelo de ensino – alunos massacrados por professores tiranos que usavam a régua para espancar quem errava a tabuada – tornou-se tão anacrônico quanto às polainas. E não podia ser diferente. O problema é que o oposto desse modelo, o não-reconhecimento da autoridade do professor, tornou-se comum no Brasil, tanto na escola pública quanto na particular – onde o aluno aprendeu a ver o educador como um prestador de serviços, um funcionário que pode ser confrontado, questionado e até injuriado, inclusive, quando faz corretamente seu trabalho, reprovando e cobrando desempenho. Um professor ameaçado fisicamente pode chamar a polícia ou abrir um processo, mas, hoje, há outras situações inusitadas que vêm ocorrendo no Brasil. Os pequenos desrespeitos cotidianos – como vemos na TV, alunos atirando em colegas dentro da escola, outros portando armas de fogo e facas; alunas sacando da bolsa o esmalte e a acetona para fazer as unhas durante a aula... – são os mais assustadores. Não apenas porque mostram que os alunos, nossos futuros juízes, médicos, professores... não têm a mínima noção do que estão fazendo ali, mas porque uma instituição de ensino que permite que isso aconteça está mais perdida ainda do que os alunos. No meu tempo de aluno, definitivamente não era assim, pois o sininho, a varinha verde, o cascudo e a régua caíam frouxos sobre nosso corpo.
Felizmente, hoje, mesmo com a falta de estrutura física para lecionar com dignidade e de material, do salário irrisório e do total abandono da escola pelo poder público, entendemos que, em razão da garra de muitos abnegados professores, o ambiente educacional está deixando um pouco de lado o quadro negro e eles, para não deixar a “peteca cair”, estão a aplicando novas metodologias com o auxílio da ciência e tecnologia, porque com ela, sabem que pode promover sua própria capacitação e a do educando, para adaptarem-se continuamente a novos conhecimentos; resolver problemas de forma criativa, processar e disseminar informações, dominar e utilizar essas tecnologias, e, desenvolver novos tipos de relacionamento com seus pares a partir do trabalho cooperativo. Como o Brasil está passando por momento de mudança é salutar que se engaje em prol do desenvolvimento educacional, cuja metodologia tecnológica vem se tornando, de forma crescente, em importantes instrumentos de nossa cultura, e a sua utilização, um meio concreto de inclusão e interação no mundo.
E, quando se fala em integração dos alunos “especiais”, apesar de estar aparentemente se falando do direito de igualdade, na realidade está se atribuindo quase que exclusivamente a pessoa com qualquer deficiência de aprendizado a responsabilidade por sua segregação. Por conseqüência, fala-se, ainda, da necessidade de se alterar, ajustar, mudar a pessoa com deficiência, para que ela possa, então, conviver com os demais de forma integrada, o que por si só, caracteriza a desigualdade social. Destarte, há de se considera que um aluno apresenta necessidade educacional especial quando tem dificuldades maiores que o resto dos alunos para atingir as aprendizagens determinadas no currículo correspondente a sua idade e necessita para compensar estas dificuldades, de adaptações curriculares em uma ou várias áreas desse currículo, na utilização de recursos específicos, mudanças na estratégia de ensino e alterações arquitetônicas, garantindo, desta maneira o seu acesso à escola. E aí é que entra a intuição do professor e quiçá da própria direção da escola, pois lidar com as diferenças e com o processo de inclusão significa que a escola modifica-se para receber e manter o aluno no processo educativo, apesar da diversidade. 
Ora, sabemos que os usos dessa deficiência foram submetidos à estrutura de poder que a utilizavam para garantirem vantagens políticas. Toda a ajuda que lhes era oferecida infelizmente tinha um interesse político por traz. Sua identidade enquanto sujeito histórico foi construído mediante disputas de poder e luta contra a discriminação. Estão dentro do contexto a que me proponho comentar, usando a frase “ir além do quadro negro”, assim como, do giz, do apagador, do lápis, do papel, do compasso, da régua, etc., que são recursos que devem ser acoplados, entendo também que devem ser articulados com as novas tecnologias de informação e comunicação – a internet, os softwares, o computador, as lousas digitais, os projetores multimídia, os laptops, etc., pois estão dentro de um plano de trabalho ou até mesmo de um projeto ambicioso que venha garantir uma aprendizagem significativa e com autonomia dos alunos e dos professores mediadores desse processo. 
A escola deve proporcionar ao aluno a utilização de métodos que resolveriam os problemas de maneira mais prática e segura, favorecendo a verificação dos resultados. Enfim, todos unidos em prol de uma educação moderna e eficaz, podem contribuir significativamente para a formação integral do indivíduo, fazendo com que o mesmo transporte para a realidade o que aprendeu nas suas experiências. Embora a escola  esteja abandonada pelo poder público, desmistificar é importante para que todos os educadores possam enxergar o ensino além do quadro negro, uma vez que a respeito dessa temática encontra-se muita resistência e embora faça parte do cotidiano escolar, pouco se sabe a respeito. 
(Vanderlan Domingos de Souza, advogado, ambientalista e escritor – Membro da União Brasileira dos Escritores. Presidente da ONG Visão Ambiental. Escreve todas as quartas-feiras no DM. Email: vdelon@hotmail.com Blog: vanderlandomingos.blogspot.com Site: visaoambientalgo.blogspot.com)

domingo, 7 de julho de 2013

TRAGÉDIA OU ESTRATÉGIA ("Curso para Formação de Professores")


CCrônica

TRAGÉDIA OU ESTRATÉGIA ("Curso para Formação de Professores")

Por Claudeci Ferreira de Andrade

         Eu, cursista legal, participante e observador do "Curso para Formação de Professores/2013", oferecido pela Secretaria de Estado da Educação, parabenizo a equipe de coordenadores responsáveis pela realização. Primeiro pela decisão de trazê-lo para nossa região, tendo como vantagem a acessibilidade fácil. Em segundo lugar, por planejar que o almoço fosse na própria unidade escolar, assim os cursistas estiveram sempre juntos, enriquecendo a socialização e, sendo o dia todo, concluímos mais rápido. Também a divisão das classes por área de formação, ainda que uma sugestão seja digna de nota: um mestre ou doutor, para ministrar as aulas de técnicas em sua devida área, seria o ideal. Se os professores e unidades escolares amenizaram os custos do evento, no estilo "vaquinha", qual foi o investimento financeiro da Secretaria da Educação? Com tantos professores universitários amigos da escola nem um convidado especial!!!! Tenho como ponto para melhorar: a motivação. Que o professorado encare com mais gosto os eventos promovidos pela SRE. Mas, também, a ninguém agrada ouvir, por horas e horas a fio, superficialidade das orientações técnicas/científicas de quem não se aprofundou! Embora respeitamos as suas experiências do dia-a-dia. Aí, a gente aprende que só aprende com o tempo.
          Vejam as perguntas para encaminhamento dos trabalhos para conclusão daquele período para o Grupo de Língua Portuguesa:
— Qual a estrutura do Currículo Referência Experimental de Língua Portuguesa (sic)?
— Como as expectativas de aprendizagem estão divididas (sic)?
— De que forma as expectativas orientam o trabalho do professor (sic)?
— De acordo com os conteúdos e as habilidades descritas nas expectativas é possível trabalhar uma expectativa sem considerar as demais expectativas propostas no bimestre (sic)?
— Como ensinar Língua Portuguesa a partir dos conteúdos e das expectativas propostas?
        Essa última é uma grande incógnita, quem preparou o material escrito e visual deveria estar ali para nos responder, com a receita mágica de como ensinar. Se o autodidata Paulo Freire estivesse lá responderia ironicamente dizendo, que "ninguém ensina ninguém, as pessoas aprendem".
          O mundo educa com anzóis, enquanto a escola com ardis,pelo menos vale a rima.O inverso também é válido! O ser Educa-se por si! Eu saí dali mais cidadão e menos professor!!! Então, não foi de tudo perdido, estou exagerando certamente! Quero dizer que aprendi muito com a convivência, além de dar vazão ao prazer de rever velhos amigos. Isso é quando me conforto no que comentou Márcio Ferrari sobre a Educação para a Consciência:"Os homens se educam entre si mediados pelo mundo", escreveu (Paulo Freire). Isso implica um princípio fundamental para Freire: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro - e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar. "Uma das grandes inovações da pedagogia freireana é considerar que o sujeito da criação cultural não é individual, mas coletivo", diz José Eustáquio Romão, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo. http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=1 (acessado em 19/01/2013).
          Mas, por outro lado, cá em meu momento demorado de reflexão, prefiro, acima de tudo, lamentar-me no que disse Benjamim Franklin: "Quem se ensina a si mesmo tem um tolo como professor".
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 19/01/2013
Reeditado em 07/07/2013
Código do texto: T4093310
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Educação!

Educação!

DIÁRIO DA MANHÃ
VALÉRIO GOMES






          Num certo momento na infinita linha do tempo, o notável escritor Guimarães Rosa (1908-1967) exclamou: "a educação extermina as trevas da ignorância!" Percebe-se que a magistral frase proferida pelo imortal intelectual mineiro resume o imensurável poder de transformação da educação de excelência e suas benéficas consequências no seio de qualquer sociedade, seja no árido sertão das Minas Gerais ou em qualquer localidade mundial. Visto que, quanto mais cidadãos bem informados e capacitados mais a coletividade humana se torna libertada da escuridão da insipiência e das amarras de determinados governantes inescrupulosos. Levando em consideração o tema evidenciado e reportando-se ao Brasil da presidenta Dilma Rousseff, chega-se à conclusão que o ensino público oferecido à gigantesca parcela da sociedade é propositalmente de qualidade ineficiente, isto é, quanto mais pessoas desinformadas, despreparadas, sem elevado poder de reflexão e detentoras de baixo nível de discernimento, maior é o controle e manipulação do comportamento da massa social brasileira. Lamentavelmente, o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT), jamais lançou mão de tratamento adequado e muito menos dispensou olhares à altura desse que é o maior instrumento de transfiguração, de mudança, de avanço social. O pior é que essa cruel situação vem se exacerbando cotidianamente, pois o que mais se vê por intermédio dos meios de comunicação são inadmissíveis imagens de diversas instituições de ensino em frangalhos, em estado de extrema precariedade e desumanidade. Esse dolorido e triste quadro se resume nas caóticas estruturas físicas, no elevado grau de desvalorização dos educadores e do pessoal do setor de administração, essencialmente. Além de substancial quantidade de integrantes das classes trabalhadoras em questão acometidas por diversas enfermidades decorrentes dos estresses das profissões, como: alterações no humor, distúrbios psicológicos, úlceras nervosas entre várias outras. Consequentemente, observam-se incontáveis deflagrações de greves por professores, por demais profissionais da área em destaque e por alunos apoiados pela maioria dos respectivos pais. Inquestionavelmente, essas mobilizações e reivindicações são mais que justas, uma vez que têm intuito de sensibilização dos governantes e da sociedade como um todo, tendo como objetivo principal a amenização urgente das vicissitudes apontadas, que há tempos vêm dilacerando a educação pública por todos os cantos do continental território brasileiro.