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MINHAS PÉROLAS

domingo, 30 de abril de 2017

SUPERAÇÃO (É hora de tomar uma pílula de revolução de meus padrões emocionais)


Crônica

SUPERAÇÃO (É hora de tomar uma pílula de revolução de meus padrões emocionais)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

            Eu já nas vésperas da aposentadora ainda não aprendi o suficiente, porque consegui averbar cinco anos de serviço da escola adventista no estado, no qual sou concursado desde 1999, mas já trabalhava desde 1994 no regime pró-labore. Então me veio a esperança de averbar o tempo de não efetivo na mesma unidade escolar que trabalho até hoje. A desenformação é tamanha que me fez estressado de tanto perder tempo, tentando se quero a documentação correta. Pois bem, fui orientado a pegar uma tal Certidão de  Tempo de Contribuição, com a minha experiência da averbação anterior nem me atentei para o que ia mesmo fazer na previdência, naquele tempo não era assim. Lá o atendimento agora só por agendamento, com três meses de antecedência.
          Então chegou o esperado dia, 27/04/2017, 7h30 eu estava lá rente como exige a burocracia. Foram duas horas de procedimento, finalmente findou a entrevista para nada, diga-se de passagem, o atendente desorientado me desorientou, mas parecia idôneo pela a firmeza que de mim pedia a documentação. Enviou me à Secretaria de Educação para pega uma ficha: anexo VIII. Às 10h eu aportava na Seduce, depois da recepção atordoada e andar em vários departamento nas instalações da Educação, descubro que no estado o sistema de averbação é autônomo, precisa de outra documentação da unidade escolar que fui lotado.
           Mas, aquele atendente da previdência insistentemente me ligava pedindo para eu voltar, pois tinha descoberto que se eu quisesse um revisão teria que agendar novamente na agencia da averbação anterior de 2004. Pois o tal CTC é como cheque só se pega uma vez. Porém ele não teve a capacidade de me falar logo no entendimento inicial, assim que viu meu "cnis". Minha averbação de tempo de pró-labore será feita pela própria Seduce com a documentação que o Diretor a unidade de lotação vai providenciar se tiver interesse em ficar livre de mim.
           O incoerente mesmo é as pessoa me perguntarem por que eu não me aposento, mas ninguém quer realmente me ver aposentado. Os embaraços são tantos que, às vezes, é melhor morrer trabalhando com os carniceiros cobrando qualidade.
            Hoje, quinta feira, está sendo exatamente como eu havia previsto. Já passei por um momento de humilhação. um a mais não vai doer muito: um colega do turno noturno me desanimou novamente, dizendo que a contagem dos quase seis anos de pró-labore equivale apenas dois anos, pois contam-se somente os dias trabalhados, como a escola gosta de emendar feriado, pensei, vou trabalhar mais, quem sabem, uns 3 anos ainda, mesmo depois da tal averbação. Superado com a humildade, depois do "banquete de fezes" o banho ou a higienização para dormi. Não pego no sono, sem Confiança e estabilidade. É hora de tomar uma pílula de revolução de meus padrões emocionais, limpando memórias condicionadas e colecionar experiências com novos sentimentos. Sim, neste momento escrevo com minha capacidade de concentração transtornada esperando que minha harmonia interior seja restaurada, apesar de minha distância das pessoas e a ignorância burocrática. Mas não estou isolado, alguns envelhecem!
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 30/10/2016
Reeditado em 30/04/2017
Código do texto: T5807552
Classificação de conteúdo: seguro

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