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MINHAS PÉROLAS

sábado, 6 de abril de 2013

NOSSO FIM (Uma vida vegetativa sem escolha)



Crônica Poetica

NOSSO FIM (Uma vida vegetativa sem escolha)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

         Vá, minha Musa inspiradora, aonde for e até por caminhos tortuosos, eu lhe espero; quando voltar, se ainda restar fôlego em mim, aceito o que sobrou de si. Se não, deite comigo no seio da terra, nos encontraremos num lençol freático qualquer. Minha "filha pródiga", talvez devesse me chamar "Vânio" ou "Vanuso", pois tenho tudo a ver com a esperança.
          Quem sabe, queira ser convencida do que quero, cativada por um bom cavalheiro, ou ainda um joguete, um charme que seja! É só abrir o coração e ver que estou em meu limite, e se é pouco, some com o seu tudo que tem para me doar, ou vai querer me ver o tempo todo nessa vidinha vegetativa SEM escolha! Se eu vegeto, então terá que ser meu adubo, se você vegeta serei seu adubo. De adubo em adubo a vida queima suas oportunidades. Até lá!!!
           Se o corpo é a prisão da alma liberte-me por completo os deus para a vastidão do infinito. Censo comum: "Só nos libertamos dessa prisão com a morte do corpo físico. Apesar do medo que todos temos da morte, deve ser bom se libertar das limitações do corpo, dos sofrimentos desse mundo de provas e expiações e voltar ao nosso estado verdadeiro de espíritos; retornar à nossa "casa".
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 26/10/2012
Reeditado em 25/12/2012
Código do texto: T3953173
Classificação de conteúdo: seguro

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