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sábado, 2 de novembro de 2013

A SOLIDÃO RESOLVIDA (Entro em pânico só em pensar na solidão eterna da morte)


CrÔnica

A SOLIDÃO RESOLVIDA (Entro em pânico só em pensar na solidão eterna da morte)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Dizem os bem relacionados que a liberdade não existe, porém eu procurei a solidão e encontrei a liberdade! Agora concordo plenamente com Mauro Santayama: "Educação para a vida deveria incluir aulas de solidão." Talvez houvesse mais liberdade!
          Também quero citar a mestre em Filosofia, Kalena: "Eu não gosto da solidão, mas aprecio ficar só". Talvez este outro enfoque: solidão verso estar só, possa gerar outra natureza de liberdade. Então, mediante a possibilidade de se estar rodeado de pessoas e ainda na solidão, eu confirmo mesmo, pois também aprecio estar só e até prefiro que os desregrados da multidão não me vejam para me fazer o mal. Aliás, esta solidão, que realmente está bem resolvida aqui dentro, na minha alma, faz-me mais bem que muitas outras pessoas que fingem se importar comigo.
          O dito popular: "fale mal, mas fale de mim" tira-me a paz de espírito, portanto me tira também o verdadeiro fruto da liberdade, e enfim, a liberdade. Nada é por acaso, se assim for, não existe o plano de Deus! E somente nesse contexto, pode o homem construir seu destino, mas não são as nossas relações que nos levam a construir um destino, são elas exatamente que nos coagem a trilhar nossos próprios planos dentro da pequena folga que nos é permitido, ainda no caixote entre os limites: o berço e o esquife. Por isso, não gosto da solidão, tenho medo desse destino formatado (entro em pânico só em pensar na solidão eterna da morte). Misterioso demais! Às vezes, acho cruel demais o destino de todo mundo. Embora a Bíblia queira nos animar com a história de Jó! Mas, o que Jó fez para merecer seu sofrimento? Simplesmente ele precisava ser três vezes mais rico: seu destino. Que assim seja.
          A liberdade também me mete medo, o medo de errar e receber os reajustes do destino. Porém prefiro assim, para sofrer menos. Então faço minhas as palavras deste trecho da canção: Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda do Kid Abelha:

"Não estou disposto

A esquecer seu rosto de vez

E acho que é tão normal

Dizem que eu sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim

Jogue suas mãos para o céu
Agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê"
Claudeko Ferreira
Enviado por Claudeko Ferreira em 24/04/2013
Reeditado em 02/11/2013
Código do texto: T4256653
Classificação de conteúdo: seguro
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