"Se você tem uma missão Deus escreve na vocação"— Luiz Gasparetto

" Não escrevo para convencer, mas para testemunhar."

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 21 de janeiro de 2012

PRONTO PARA O FIM DO MUNDO ("Uma pessoa continua a trabalhar porque o trabalho é uma forma de diversão. Mas temos de ter cuidado para não deixarmos a diversão tornar-se demasiado penosa." Friedrich Nietzsche)



Crônica

PRONTO PARA O FIM DO MUNDO ("Uma pessoa continua a trabalhar porque o trabalho é uma forma de diversão. Mas temos de ter cuidado para não deixarmos a diversão tornar-se demasiado penosa." Friedrich Nietzsche)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

          Não sou professor reprovador, sou para ensinar. Como meus alunos se protegem exageradamente da reprovação, erram o alvo e são promovidos assim mesmo, sem o aprendizado necessário, promovendo a "farra do boi"! Tudo isso porque as estatística são mais sérias, gerando verbas para a unidade escolar!
          O parasita se adapta às mudanças do hospedeiro. Eu sou o parasita, comendo às custas deles, afinal sem os alunos, sequer tem professor e nem a tal escola pedagogicamente "correta"! É o que dizem, e eu acredito piamente! Por que um hospedeiro prejudicaria seu parasita e vice-versa? Somos companheiros mutualistas! "Manda quem pode, obedece quem tem juízo". E conveniência é o segredo do sucesso ou, pelo menos, da permanência!
          Temos de suportar alunos sem escrúpulo e de famílias abusadoras! Muitos deles têm o atrevimento de bisbilhotar as entranhas e intimidades da vida do professor. Perguntam-me sempre: Por que não tenho filhos; Nem mesmo tenho esposa; como vivo; quanto ganho; se ainda "dou no couro". Por isso, eles riem, debocham e "brincam" comigo. Tudo é normal quando sou eu o palhaço sabatinado. Mas... eles são sensíveis demais, ofendem-se facilmente. E a escola insiste em perguntar-lhes hoje o motivo da falta no dia anterior! Mais uma vez, é o professor fazendo o papel de palhaço com o diário de chamada na mão, procurando o número de código do motivo que combina. "Quem fala o que quer, escuta o que não quer"! Oxalá eu não mereça o castigo deles por isso que digo, sem piedade, deixemos só eles falarem-me asneiras mil!
          Numa dessas investidas, eu respondi àquela classe de segundo ano, que de forma nenhuma estava casado e, quando quisesse um filho, iria alugar uma barriga, pois já tinha dinheiro suficiente a esse fim. Então, Ali, uma tal aluna, mãe de família, se candidatou pronta e voluntariamente, essa que, perante toda a classe vivia exibindo seus dotes progenitores, com uma certa apreciação da maioria, mas dessa vez, tampouco pôde impedir  os colegas presentes de lhe zoar em fortes zombarias, e a classificaram vulgar. No calor do burburinho, também falei do meu desejo de trocar a faxineira e, pagava muito bem por um serviço completo, ela, não percebendo a ambiguidade maliciosa e intencional, também se interessou, foi quando enfatizei sobre o termo: "serviço completo" incluindo a massagem no patrão, PARA SUPORTAR O ESTRESSE DE PROFESSOR. O meu tom zombeteiro deixava claro que tudo aquilo era uma brincadeira à moda deles, porém, nesse instante, ela, bipolar, se ofendeu e me denunciou à direção do colégio, esta, por sua vez, aplicou-me mais uma penalidade de duas faces carrancudas. Porque também o "dono" da moça me xingou e me ameaçou pela Facebook. Depois disso, nem precisará outra lição, basta essa, serei mais sério com meus alunos, assim jamais continuarei assinado relatórios de advertência  que ficará nos "anais" da história do colégio, para meu descrédito. Você achou pouco?! Eles não têm penalidade alguma por dizerem coisas piores a meu respeito. Tipo: ameaça de morte, difamação, xingamentos, injúrias, calúnias e escárnios: malfazejos mil.
          Portanto, com toda a classe, eu anuncio meu anseio pelo o ameaçador "Fim do mundo", ou melhor, o fim dessas metodologias educacionais passíveis de desrespeito. No céu ou no inferno, terei outro tipo de aluno, e apesar da idade serei uma nova pessoa, ou apenas diferente, talvez o "bobo alegre" de então será o taciturno doravante, se der tempo, é claro, e se os ameaçadores não me matarem antes. Conheci um professor assim no IEG, foi professor de minha esposa, no magistério (1999); parecia-me ter o respeito dos alunos, apesar de nem conhecer a sua dor, porém qualquer dor é melhor que esta, quero ser semelhante com os de sucesso. Adotarei a postura do fim do mundo ou apenas o fim de meu mundo. A certeza mais dolorida é que a vaca aflita ao matadouro sente cheiro de sangue fresco, mas sem retorno. Estou cansado de ser o centro das acusações. APAGUEM-ME, porém nunca DESSE JEITO, ASSIM, DÓI EM VOCÊS TAMBÉM! Quem morre sem reagir não ama a vida!
Claudeko
Enviado por Claudeko em 22/11/2011
Reeditado em 21/01/2012
Código do texto: T3350986


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sábado, 14 de janeiro de 2012

O "RABO PRESO" TEM UM ALTO PREÇO (O maior erro do ladrão é achar que todo mundo é otário, sendo ele o único...)


Crônica

O "RABO PRESO" TEM UM ALTO PREÇO (O maior erro do ladrão é achar que todo mundo é otário, sendo ele o único...)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Era uma vez, eu, um professor que acreditava ter vivido todas as adversidades possíveis na escola. Mas, como um bom enredo de vida, sempre há espaço para surpresas. A mais recente veio na forma de uma "pegadinha" orquestrada por duas alunas do Ensino Médio.

Num dia comum, fui convidado por elas para uma visita rápida à biblioteca durante a aula. A desculpa: Mostrar-me um livro. Enquanto me ausentava, outras alunas aproveitaram a oportunidade para alterar as anotações em meu caderno de vistos, que havia ficado na sala de aula. Marcaram a favor delas, como se tivessem direito a algo que não haviam conquistado.

Um episódio semelhante ocorreu no Ensino Fundamental. Uma aluna do sétimo ano "A" subtraiu meu caderno de anotações de dentro da minha mochila enquanto eu escrevia no quadro. A surpreendi com o caderno nas mãos, como se estivesse abraçando o próprio Capiroto, ao se afastar da minha mesa.

No primeiro caso, percebi a diferença entre os "xis" que elas fizeram e as "cruzinhas" que eu costumava fazer para validar as tarefas bem cumpridas dos alunos honestos. A tonalidade da tinta da caneta também era diferente. Ao descobrir, decidi não fazer alarde. No segundo caso, recuperei o caderno com ameaças de reprovação, mas não a reprovei. Em ambos os casos, decidi não tomar medidas disciplinares. Afinal, quem sou eu para interferir no destino delas?

A classe, incrivelmente, fingiu que nada viu. Ninguém denunciou as culpadas. Talvez por medo, amizade, cumplicidade, não sei. Mas a passividade tem seu preço, e eu estava disposto a pagá-lo, junto com os omissos.

Como no comércio, onde o comprador só paga quando recebe o produto ou o serviço, deixei que levassem o produto do furto. A dívida ficou para elas pagarem ao tribunal universal. Não fui eu quem foi prejudicado, então, quem se sentir lesado que cobre justamente o que lhe pertence. E que a justiça seja feita.

Elas vão "comer, por duas vezes, o pão que o Diabo amassou". Primeiro, por terem enganado a si mesmas tentando me enganar. Segundo, por contarem para os outros seu plágio como indicador de esperteza. Se eu me mostrasse esperto demais, "nunca enganável", aliviaria seus sofrimentos, igualando-me a elas. E a lição não ficaria completa.

Esta, sim, é a função de um professor: não querer ser Deus, especialmente nesses casos. E assim, caro leitor, encerro esta crônica, refletindo sobre os acontecimentos que vivi e transmitindo a você uma mensagem impactante: a verdadeira sabedoria está em saber quando agir e quando deixar que a vida siga seu curso, pois cada ação tem uma reação, e cada escolha, uma consequência.

ALINHAMENTO CONSTRUTIVO

1. Compreendendo as Situações:

Comparação: Descreva as duas situações em que o professor teve seus materiais de trabalho alterados por alunos. Quais as similaridades e diferenças entre elas?

Motivação: Qual a possível motivação das alunas para terem agido dessa forma? O que as levou a acreditar que essa atitude seria vantajosa?

2. Reflexão sobre as Ações:

Reação do Professor: Explique a decisão do professor de não tomar medidas disciplinares nos dois casos. Quais os motivos que o levaram a essa escolha?

Consequências: Que tipo de consequências, a curto e longo prazo, as alunas podem enfrentar em decorrência de suas ações?

3. Atuação do Professor:

Papel do Professor: Qual o papel do professor em situações como essas? Como ele pode lidar com alunos que tentam se beneficiar de forma desonesta?

Ensinamento Moral: Que tipo de lições o professor espera que as alunas aprendam com essa experiência? Como ele pode contribuir para que elas reflitam sobre suas ações?

4. Discussão e Debate:

Compartilhamento de Experiências: Você já presenciou ou vivenciou algo similar em seu ambiente escolar? Como a situação foi resolvida?

Dilema Moral: O professor agiu da maneira correta? Como você teria lidado com essa situação? Quais fatores você consideraria ao tomar sua decisão?

5. Considerações Finais:

Visão Crítica: Qual a sua opinião sobre o comportamento das alunas? Como essa atitude se relaciona com os valores éticos e a formação de cidadãos responsáveis?

Aprendizado e Reflexão: Que lições podemos tirar dessa história? Como ela pode nos ajudar a lidar com situações desafiadoras no ambiente escolar e em outros contextos da vida?

Lembre-se:

Ao responder as questões, utilize exemplos concretos do texto para fundamentar seus argumentos.

Reflita sobre os diferentes pontos de vista e busque construir uma argumentação crítica e consistente.

Compartilhe suas ideias com seus colegas e participe de um debate construtivo sobre o tema.

Bastante interessante suas colocações sobre o incidente! Do que conseguem ser capazes para se beneficiarem das próprias falhas, não é? Beijos...Bom dia!

sábado, 7 de janeiro de 2012

"A BRECHA DIVINA" (Sodomitas modernos — e o ânus tornou-se um órgão sexual?)



sábado, 31 de dezembro de 2011

CONSCIÊNCIA CONCEBÍVEL APÓS A MORTE (Por que um artista só alcança o ápice de sua fama depois de morto?)


Crônica
  Crônicas

CONSCIÊNCIA CONCEBÍVEL APÓS A MORTE (Por que um artista só alcança o ápice de sua fama depois de morto?)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Sentado em minha poltrona favorita, com o som suave do jazz ao fundo e uma biografia em mãos, fui tomado por uma reflexão profunda sobre a estranha relação entre fama, arte e mortalidade. É curioso como um artista parece alcançar o ápice de sua fama somente após deixar este mundo, como se a morte fosse um holofote gigante, iluminando de repente toda a obra de uma vida.

Naquele momento, imaginei o espírito desse artista se espalhando como ondas de rádio, encontrando receptores em cada admirador, em cada obra deixada para trás. Nós, seres humanos, somos como pequenas estações transmissoras de ondas eletromagnéticas. Talvez, quando dormimos, nos conectamos a uma frequência universal, essa sabedoria eterna que alguns chamam de Deus. Como explicar, senão, que pessoas em cantos opostos do mundo tenham as mesmas ideias?

A conexão com os artistas que admiro vai além das páginas impressas. É como se seus cérebros, mesmo que há muito tempo silenciados pela morte, tivessem encontrado uma nova cidadela em minha mente. Após a morte, continuamos ativos, transmitindo nossas ideias através de outros "instrumentos". Quem tem mais interesse em meu sucesso do que eu mesmo? Isso é uma prova da vida pré-consciente após a morte e da existência de um Deus magnetizador.

Nossos pensamentos, nossas criações, tudo carrega o DNA de nossos ancestrais. Somos jogadores em uma partida eterna, recebendo e passando adiante a bola da existência. O tempo e o espaço entre o berço e o caixão de uma pessoa são apenas um pontapé na bola que já vem quicando em nossa direção de eternidade a eternidade.

Refletindo sobre nossa relutância em celebrar os vivos, lembrei-me da fábula da cigarra e da formiga. Por que esperamos a morte para prestar homenagens? Talvez os humanos tenham orgulho demais para serem vistos louvando seus ídolos vivos. As formiguinhas inóspitas que rejeitaram a cigarra talentosa não pensavam nas melodias que poderiam alegrar o próximo verão.

A vida é nossa única e verdadeira conexão com o eterno. Após a morte, estaremos disponíveis no etéreo para "download", mas só uma boa conexão é necessária: a própria vida! É hora de celebrarmos mais os artistas vivos, de reconhecermos o brilho antes que ele se torne uma estrela distante no céu da memória.

Nossas ideias e criações podem ecoar pela eternidade. Cada um de nós é uma obra de arte em progresso, merecendo aplausos não apenas no final, mas durante toda a apresentação que chamamos de vida. A morte, longe de ser um fim, é apenas uma transição. Um momento em que o artista, antes limitado pela carne, se liberta e se espalha pelo universo, encontrando novas formas de expressão e conexão. Pura energia quântica para a saúde dos outros!

Continuamos nossa jornada, sabendo que cada pensamento, cada criação, cada ação, é uma pequena contribuição para a sinfonia eterna da existência. Como disse Goethe, "O mais belo estado da vida é a dependência livre e voluntária: e como seria ela possível sem amor?". Que possamos, então, viver e criar com amor, sabendo que, de alguma forma, seremos sempre lembrados e celebrados no grande palco da vida.


Questões Discursivas:


1. O texto apresenta reflexões sobre a fama, a arte e a mortalidade, questionando a relação entre a morte e o reconhecimento artístico. Com base na perspectiva do autor, por que a morte parece ser um momento crucial para o reconhecimento de um artista e o que isso revela sobre a natureza da fama e da apreciação da arte?


2. O autor utiliza metáforas e analogias para ilustrar suas ideias, como a comparação entre artistas e transmissores de ondas eletromagnéticas e a vida como uma partida de futebol. Explique como essas analogias contribuem para a compreensão da mensagem central do texto sobre a vida, a morte e a arte.

sábado, 24 de dezembro de 2011

O ROMÂNTICO OU O VALENTÃO CIUMENTO: Entre o Instinto e a Aparência ( Eu entendo as mulheres, querem também a malandragem dos homens)


Crônica

O ROMÂNTICO OU O VALENTÃO CIUMENTO: Entre o Instinto e a Aparência ( Eu entendo as mulheres, querem também a malandragem dos homens)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

Por muito tempo explicamos os encontros humanos como uma caça: alguém persegue, alguém foge, alguém vence. A imagem seduz pela simplicidade, embora a vida raramente caiba nela inteira. Ainda assim, em conversas de bar ou em aplicativos silenciosos da madrugada, percebe-se que parte do cortejo continua sendo um teste — menos de força física do que de posição, segurança, promessa de estabilidade ou risco calculado.

Há quem busque porto e quem busque vertigem; frequentemente, a mesma pessoa alterna entre ambos. A escolha afetiva mistura desejo, medo, história pessoal, pressão social e ocasião. Nem sempre se ama quem oferece paz; nem sempre se suporta quem oferece emoção. Entre cuidado e intensidade, muitos negociam consigo mesmos — não por estratégia consciente, mas por não saber exatamente o que precisam.

Relações acabam organizadas como acordos tácitos: um oferece chão, outro devolve entusiasmo, e ambos ignoram a assimetria enquanto ela funciona. Quando deixa de funcionar, surgem leis, acusações e afastamentos — tentativas institucionais de ordenar sentimentos que já perderam linguagem comum.

Vejo nisso menos malícia do que desencontro. A cultura promete liberdade absoluta e segurança permanente, e quase ninguém equilibra as duas sem ferir alguém — às vezes, a si próprio. O ciúme nasce quando a posse tenta substituir a confiança; a violência, quando a frustração perde tradução.

No fim, muitas relações tornam-se contratos tentando abrigar emoções que não aceitam cláusulas. Recordo então Eduardo Galeano: “Vivemos em plena cultura da aparência: o contrato de casamento importa mais que o amor, o funeral mais que o morto, as roupas mais do que o corpo e a missa mais do que Deus”. Talvez não seja o amor que fracasse — talvez seja nossa insistência em administrá-lo como se fosse apenas uma forma de estabilidade.


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Como seu professor de Sociologia, fico muito entusiasmado com a profundidade desse texto. Ele nos permite discutir as Instituições Sociais (como o casamento e a família) sob a ótica da modernidade, além de explorar como a cultura molda nossos afetos. Preparei 5 questões discursivas, com uma linguagem acessível para o Ensino Médio, focadas na análise :


1. A Influência da Cultura nas Escolhas Pessoais

O texto menciona que a escolha afetiva é influenciada pela "pressão social". De que maneira os padrões estabelecidos pela sociedade (como a busca por estabilidade ou status) podem interferir no modo como as pessoas escolhem seus parceiros hoje em dia?

2. O Conflito entre Liberdade e Segurança

Segundo o autor, a cultura atual promete "liberdade absoluta e segurança permanente". Sociologicamente, por que é tão difícil equilibrar essas duas promessas dentro de um relacionamento amoroso?

3. O Casamento como Contrato Social

O texto afirma que muitas relações acabam se tornando "contratos tentando abrigar emoções que não aceitam cláusulas". Explique a diferença entre o sentimento (o amor) e a instituição social (o contrato de casamento), com base na crítica feita no texto.

4. A Cultura da Aparência e Eduardo Galeano

A citação de Galeano ao final do texto sugere que as formalidades (o contrato, o funeral, as roupas) tornaram-se mais importantes que o conteúdo (o amor, o morto, o corpo). Como essa "cultura da aparência" pode transformar as relações humanas em algo superficial?

5. Violência e Frustração

O autor sugere que a violência surge quando a "frustração perde tradução" e a posse tenta substituir a confiança. Como a dificuldade de lidar com as expectativas frustradas em uma relação pode gerar conflitos que acabam sendo mediados pelo sistema judicial (leis e afastamentos)?

Dica do Professor

Dica para a resposta: Ao responder, tente observar como o texto não culpa os indivíduos, mas sim a "cultura" e o "sistema" em que vivemos. Pense em como as redes sociais e os aplicativos de relacionamento (citados no início) mudam a nossa forma de ver o outro: como pessoa ou como um "produto" de segurança ou emoção.

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