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MINHAS PÉROLAS

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Educação!

Educação!

DIÁRIO DA MANHÃ
VALÉRIO GOMES






          Num certo momento na infinita linha do tempo, o notável escritor Guimarães Rosa (1908-1967) exclamou: "a educação extermina as trevas da ignorância!" Percebe-se que a magistral frase proferida pelo imortal intelectual mineiro resume o imensurável poder de transformação da educação de excelência e suas benéficas consequências no seio de qualquer sociedade, seja no árido sertão das Minas Gerais ou em qualquer localidade mundial. Visto que, quanto mais cidadãos bem informados e capacitados mais a coletividade humana se torna libertada da escuridão da insipiência e das amarras de determinados governantes inescrupulosos. Levando em consideração o tema evidenciado e reportando-se ao Brasil da presidenta Dilma Rousseff, chega-se à conclusão que o ensino público oferecido à gigantesca parcela da sociedade é propositalmente de qualidade ineficiente, isto é, quanto mais pessoas desinformadas, despreparadas, sem elevado poder de reflexão e detentoras de baixo nível de discernimento, maior é o controle e manipulação do comportamento da massa social brasileira. Lamentavelmente, o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT), jamais lançou mão de tratamento adequado e muito menos dispensou olhares à altura desse que é o maior instrumento de transfiguração, de mudança, de avanço social. O pior é que essa cruel situação vem se exacerbando cotidianamente, pois o que mais se vê por intermédio dos meios de comunicação são inadmissíveis imagens de diversas instituições de ensino em frangalhos, em estado de extrema precariedade e desumanidade. Esse dolorido e triste quadro se resume nas caóticas estruturas físicas, no elevado grau de desvalorização dos educadores e do pessoal do setor de administração, essencialmente. Além de substancial quantidade de integrantes das classes trabalhadoras em questão acometidas por diversas enfermidades decorrentes dos estresses das profissões, como: alterações no humor, distúrbios psicológicos, úlceras nervosas entre várias outras. Consequentemente, observam-se incontáveis deflagrações de greves por professores, por demais profissionais da área em destaque e por alunos apoiados pela maioria dos respectivos pais. Inquestionavelmente, essas mobilizações e reivindicações são mais que justas, uma vez que têm intuito de sensibilização dos governantes e da sociedade como um todo, tendo como objetivo principal a amenização urgente das vicissitudes apontadas, que há tempos vêm dilacerando a educação pública por todos os cantos do continental território brasileiro.
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